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Europa e EUA reforçam segurança | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Governos dos Estados Unidos e da Europa reforçaram a segurança dentro dos seus territórios depois dos ataques ocorridos em Londres. Patrulhas adicionais foram colocadas em aeroportos, estações de trem e outros sistemas de transporte público. O governo americano elevou a classificação de risco de atentados, assim como vários países europeus, incluindo a França, a Alemanha, a Espanha e a Itália. No caso dos Estados Unidos, o alerta de segurança foi mudado de amarelo (elevado) para laranja (alto) no sistema de transporte de massa. No restante do país, o alerta continuou amarelo, apenas com um número maior de policiais em todo o sistema de transporte. A Espanha, alvo dos ataques que mataram 192 pessoas em 11 de março do ano passado – elevou o nível de alerta para a categoria máxima. "Esse nível de alerta envolve a mobilização absoluta das forças de segurança para manter a vigilância e proteger lugares com grandes quantidades de pessoas assim como lugares estratégicos necessários para a atividade normal dos cidadãos", diz uma nota divulgada pelo Ministério do Interior. Alertas A França mudou o nível de alerta para vermelho, o segundo maior possível. A Itália e a Rússia também aumentaram a vigilância para ataques e, na Alemanha, o alerta foi elevado de verde para amarelo nos sistemas de transporte público. A segurança está especialmente reforçada nas viagens entre Paris e Londres. Os trens da Eurostar continuam funcionando, mas a empresa aconselhou os franceses a não viajarem para Londres. Entre outros países que elevaram a classificação de risco, estão a Bélgica, República Checa, a Hungria e Romênia. O governo da Bélgica chegou a convocar uma reunião para discutir medidas de segurança. Todos os alertas, no entanto, foram emitidos como medidas de precaução, sem base em ameaça específicas, de acordo com as autoridades. Condolências O Comissário de Justiça da União Européia, Franco Frattini, pediu à Europa para oferecer toda a ajuda necessária à Grã-Bretanha. "É necessário ativar imediatamente a coordenação entre os serviços de inteligência e de polícia e oferecer à Inglaterra toda a ajuda possível", afirmou. O governo espanhol se ofereceu para ajudar a Grã-Bretanha a encontrar os responsáveis por esse "ataque repugnante contra uma cidade que estava celebrando a sua eleição como a sede dos Jogos Olímpicos de 2012". O Parlamento Europeu fez um minuto de silêncio em homenagem às vítimas e outros países prestaram tributos individualmente. O Senado da França, por exemplo, suspendeu a sessão que realizava "por respeito" às vítimas. O presidente francês, Jacques Chirac, também expressou o seu horror e oferecer a sua solidariedade ao primeiro-ministro britânico, Tony Blair, durante o encontro dos líderes do G8, na Escócia. Blair voltou para Londres ao ser informado dos ataques. O presidente do Parlamento Europeu, Josep Borrell, que é espanhol, também expressou as suas condolências a todos aqueles sofrendo as consequências desses ataques bárbaros. "Como presidente do parlamento e cidadão de um país que apenas no ano passado experimentou o horror desses terríveis ataques, eu quero enviar uma mensagem de solidariedade ao povo britânico." |
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