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Scotland Yard busca autores de atentados em Londres | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Uma grande investigação já começou em Londres para encontrar os responsáveis pelos ataques a bomba na cidade que mataram pelo menos 37 pessoas e deixaram cerca de 700 feridas nesta quinta-feira. Os investigadores ainda não sabem se foram atentados suicidas ou se foram usadas bombas convencionais. O porta-voz da Scotland Yard, Alan Crookwood, disse à agência de notícias France Presse que a investigação é "uma prioridade muito alta" e fez um apelo ao público para fornecer informações. A maior parte do sistema de transporte na capital britânica já voltou à normalidade, embora três linhas de metrô e algumas estações permaneçam fechadas. O metrô é usado por cerca de três milhões de pessoas diariamente na cidade. Os ônibus também estão operando normalmente, exceto nas proximidades das áreas onde ocorreram as explosões. Alerta O ministro do interior, Charles Clarke, pediu que as pessoas retomem suas vidas tão normalmente quanto possível nesta sexta-feira. O ministro das Relações Exteriores da Grã-Bretanha, Jack Straw, afirmou nesta quinta-feira que os ataques ocorridos em Londres no início do dia "levam as marcas" da organização Al Qaeda, do dissidente saudita Osama Bin Laden. Straw não forneceu bases para as suas alegações, mas, na sua posição, ele tem acesso privilegiado a informações do MI6, o serviço secreto da Grã-Bretanha no exterior. O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, atribuiu a culpa a "terroristas" poucas horas depois das explosões. Blair estava na Escócia na hora dos ataques para liderar a reunião do G8 (grupos dos sete países mais ricos do mundo e a Rússia) e voltou para Londres, onde prometeu "a mais intensa ação" da parte da polícia e dos outros serviços de segurança para levar os responsáveis à Justiça. Segundo o primeiro-ministro, que voltou à Escócia no fim do dia, os responsáveis atacaram em nome do Islã, mas a maioria dos muçulmanos são pessoas "decentes" que reprovam o terrorismo e não serão intimidadas. Um grupo chamado Organização da Al Qaeda Jihad na Europa, até então desconhecido, reivindicou responsabilidade pelo ataque em uma página da internet, mas a sua autenticidade não pôde ser verificada. |
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