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Coréia do Sul promete apoio a vaga permanente ao Brasil no Conselho de Segurança, diz Amorim | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse nesta quarta-feira em Seul que o presidente da Coréia do Sul, Roh Moo-hyun, prometeu apoio às intenções do Brasil e da Alemanha de ocupar um assento permanente no Conselho de Segurança da ONU. Amorim explicou que, segundo o presidente Moo-hyun, caso ocorra uma votação por países, a Coréia do Sul apoiaria a Alemanha - que, junto com Brasil, Índia e Japão, postula a cadeira permanente no Conselho. “Na discussão entre os presidentes Lula e Moo-hyun, essa questão foi colocada e ele disse que o mesmo tratamento seria dado ao Brasil”, comentou o ministro das Relações Exteriores. Brasíl, Alemanha, Índia e Japão precisam do apoio de pelo menos dois terços dos 191 membros da organização para passar a ocupar assentos permanentes no Conselho de Segurança. Armas nucleares Durante a reunião que teve com Moo-hyun, nesta quarta-feira, o presidente Lula também reiterou a posição de combate à proliferação de armas nucleares e da eliminação das armas existentes. É uma questão delicada aos sul-coreanos, já que a vizinha Coréia do Norte anunciou recentemente ter tomado medidas no sentido de “aumentar o seu arsenal nuclear”. Um impasse paralisa os entendimentos envolvendo representantes de Coréia do Sul, Coréia do Norte, Japão, China, Estados Unidos e Rússia no sentido de negociar concessões nucleares por parte do governo norte-coreano nessa área. “Nós achamos que devem ser retomadas as negociações entre as seis partes para encontrar, pelo diálogo, uma solução”, disse Amorim. |
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