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'Washington Times': 'Lula entrou no ninho de cobras da política mundial' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal americano The Washington Times traz nesta sexta-feira um editorial analisando a “iniciação” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na política do Oriente Médio, durante a Cúpula América do Sul-Países Árabes, em Brasília. No comentário, o Washington Times diz que Lula está estendendo a sua influência política para o “ninho de cobras” da política mundial e destaca o risco que o Brasil corre de azedar as suas relações com os Estados Unidos. No entanto, o editorialtambém salienta a importância para os americanos da presença “moderadora” de Lula no Oriente Médio, lembrando que a alternativa a Lula no continente seria o presidente venezuelano, Hugo Chávez. Bolton A edição desta sexta-feira do diário americano The New York Times traz uma dura crítica à nomeação de John Bolton ao cargo de embaixador dos Estados Unidos na Organização das Nações Unidas (ONU). “É difícil imaginar uma escolha pior do que o senhor Bolton”, escreve o editorialista, que classifica Bolton como “destemperado” e afirma que “o cargo não deve ir para um homem que demonstrou repetidas vezes o seu desprezo pelas Nações Unidas”. O editorialista do NY Times conclui dizendo que espera que haja republicanos em número suficiente para evitar a confirmação de Bolton no cargo. Já o jornal Los Angeles Times, da Califórnia, na reportagem “Uma vitória magra depois da outra” adota um tom menos severo e elogia o estilo Bush de administração. “A votação (do Comitê de Relações Exteriores do Senado, que indicou Bolton) demonstrou a disposição de Bush de viver a política no limite, aceitando margens dolorosamente estreitas no Congresso e nas urnas para perseguir ambições que dividem o país”, diz o Los Angeles Times. A política externa dos Estados Unidos também é o tema do editorial "Um Risco Maior do que a Bomba", do britânico The Guardian. Tratando da crise nuclear do Irã, cujo governo vem insistindo em reabrir uma usina de enriquecimento de urânio, o editorialista argumenta que uma guerra entre o Irã e os Estados Unidos seria muito mais ameaçadora do que a criação ou a possibilidade de construção de uma bomba atômica iraniana. Fast food Nos Estados Unidos, o USA Today destaca que – na contramão do movimento por uma alimentação mais saudável – hambúrgueres supercalóricos estão puxando as vendas de fast food no país. A reportagem cita uma pesquisa que diz que para 93% do público americano “comida saborosa” é o principal. Já “comida saudável e nutritiva” é uma prioridade para apenas 69% dos entrevistados. Para ilustrar a tendência, o USA Today levantou que as vendas de café da manhã cresceram 20% desde a introdução de um sanduíche de 730 calorias, e que para cada 100 hambúrgueres Whopper, é vendido apenas um vegetariano. Na Alemanha, os jornais destacam o primeiro dia de abertura ao público do Memorial ao Holocausto, em Berlim. O Sueddeutsche Zeitung diz que foi impossível calcular quantas centenas de pessoas passaram pelo local. A reportagem diz também que, enquanto a maioria passeou entre as enormes pedras do monumento, alguns as escalaram e pulavam de uma para a outra. Houve até quem levasse a sua mountain bike para o memorial. |
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