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Atualizado às: 14 de abril, 2005 - 22h33 GMT (19h33 Brasília)
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Furlan elogia candidato francês à chefia da OMC

O ministro Luiz Fernando Furlan
Ministro foi à França para participar de fórum econômico
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Luiz Fernando Furlan, elogiou nesta quinta-feira em Paris o candidato europeu ao cargo de diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio), o francês Pascal Lamy, ex-comissário europeu do Comércio.

Furlan afirmou que Lamy "foi um protagonista nas relações entre a União Européia e o Mercosul e também teve um importante papel na OMC como representante da União Européia".

"Não podemos dizer que ele não esteja preparado para o cargo", disse o ministro.

O embaixador do Brasil na OMC, Luiz Felipe de Seixas Corrêa, também é candidato à Secretaria Geral da organização.

Fórum

Furlan esteve em Paris para participar do "Fórum Econômico França-Brasil", que reuniu centenas de empresários dos dois países.

Ele afirmou não acreditar "que o candidato europeu representará os países ricos na OMC".

Além da Europa, Lamy já obteve o apoio explícito dos Estados Unidos e do Japão.

Para Furlan, o tailândes Supachai Panitchpakdi, atual diretor-geral da OMC, e o uruguaio Carlos Pérez del Castillo, presidente do Conselho Geral da organização e também candidato ao cargo de diretor-geral, representam os países em desenvolvimento, mas nem por isso teriam conseguido grandes avanços para esses países.

"Não podemos dizer que eles tiveram sucesso para terminar as negociações da Rodada de Doha", disse Furlan.

Ele afirmou que "todos os candidatos têm condições de conseguir o avanço das discussões" neste novo ciclo de liberalização do comércio mundial.

Outros candidatos

Mas "Pascal Lamy, particularmente», acrescentou Furlan, «foi um protagonista não somente em Cancún, mas também nas relações entre a União Européia e o Mercosul".

O ministro brasileiro se referiu à reunião realizada em 2003 em Cancún, no México, que muitos analistas consideram ter marcado o fracasso das negociações da OMC.

Em nenhum momento o ministro citou o nome o nome de Seixas Corrêa - nem mesmo quando falou que os «outros candidatos», como Pascal Lamy, também estão fazendo campanha para obter apoio internacional às suas candidaturas.

O candidato francês realiza atualmente uma visita ao Brasil. "Lamy viajou muito e foi ao Brasil muitas vezes. É normal que nesse período ele faça sua campanha. Os outros candidatos estão fazendo o mesmo", afirmou Furlan.

Indagado se havia "se esquecido de Seixas Corrêa", Furlan disse apenas que ele também está visitando outros países para ganhar apoio.

E continuou novamente a falar sobre o candidato francês, acrescentando que "Lamy não está no Brasil para obter votos do país".

E concluiu que o francês "é um político extraordinário" que conhece bem o Brasil, onde costumava permanecer vários dias durante suas visitas.

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