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Atualizado às: 14 de abril, 2005 - 12h10 GMT (09h10 Brasília)
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Emergentes têm maior fatia do comércio mundial desde 1950
Supachai Panitchpakdi, diretor-geral da OMC
Supachai diz que a Rodada de Doha precisa ser completada
Os países em desenvolvimento viram sua participação no comércio mundial aumentar para 31%, a maior fatia desde 1950, segundo relatório da Organização Mundial do Comércio (OMC) sobre o ano de 2004 divulgado nesta quinta-feira.

O Brasil teve um pequeno aumento na sua participação no comércio internacional, sendo responsável por 1,1% das exportações mundiais (contra 1% no ano anterior) e 0,7% das importações (o mesmo número do ano anterior).

Para a OMC, o crescimento do comércio nas nações emergentes é "significativo" e foi impulsionado, principalmente, pela onda de recordes nos preços do petróleo e as altas nos preços de commodities.

Mas a organização traz estimativas pouco animadoras para o comércio neste ano.

O ritmo de crescimento no comércio mundial deve cair para 6,5% em comparação aos 9% registrados em 2004. Isso seria um reflexo da desaceleração da economia mundial observada nos últimos meses.

Supachai Panitchpakdi, diretor-geral da OMC, escreveu no relatório publicado pela organização que "a expansão do comércio mundial ainda está obstruída por barreiras que precisam ser eliminadas".

"A melhor maneira para reduzir tais barreiras e garantir um comércio mais justo para todas as nações é completar a Rodada de Doha", destacou.

China

A Ásia registrou o maior aumento nas exportações em 2004, subindo 14,5% em comparação ao ano anterior. China, Coréia do Sul e Singapura ultrapassaram 20%.

As importações nos países asiáticos também subiram 14,5%.

Mas foi a América do Sul que teve o maior crescimento de importações como reflexo da recuperação econômica da região, de acordo com a OMC.

As importações aumentaram 18,4%, com destaque para Brasil e Chile onde esse número passou dos 20%.

Ainda assim, o Brasil continuou com apenas 0,7% das importações mundiais e passou apenas da 30ª para a 29ª posição entre os maiores importadores de produtos.

Já as exportações dos países sul-americanos subiram pouco acima de 12%. Argentina, Colômbia e Venezuela contribuíram para o resultado mais modesto.

Alemanha, Estados Unidos e China lideram o ranking dos maiores exportadores mundiais de bens. O Brasil aparece em 25º lugar.

Na lista dos maiores importadores, os Estados Unidos pulam para o primeiro lugar, seguidos pela Alemanha e China.

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