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Fotos sobre o conflito na Chechênia estão em exposição em Londres | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A galeria Trolley, de Londres, expõe até o dia 27 de março as imagens do fotógrafo Stanley Greene sobre o conflito na Chechênia. Ex-fotógrafo de moda, as imagens que Greene tirou dos rebeldes, dos refugiados e dos soldados russos têm o objetivo de mostrar o lado humano da guerra no local. "O mundo só presta atenção na Chechênia quando alguma coisa cruel acontece, como Beslan", disse Greene em referência à ocupação de uma escola russa por rebeldes armados no ano passado, com um cerco que culminou com a morte de centenas de crianças. O risco de mortes ou seqüestros fez com que a maioria dos jornalistas deixasse a região. Mas a situação não foi sempre essa. O jornalistas que cobriram a primeira guerra dos rebeldes chechenos contra o governo russo lembram que tinham certa liberdade para trabalhar. As condições dos correspondentes piorou principalmente durante a segunda guerra contra a república separatista - lançada em 1999 por Vladimir Putin quando ele era primeiro-ministro da Rússia. Segundo Greene, na época os russos e os rebeldes começaram a notar os repórteres e vê-los como inimigos ou como reféns em potencial. Ele lembra que um comandante russo lhe disse que jornalistas não eram diferentes de espiões - ambos colhiam informações para seus chefes. As fotos de Greene também podem ser encontradas no livro Open Wound: Chechnya 1994 to 2003. |
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