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Rússia diz ter dado US$ 10 mi por dica sobre líder rebelde | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os serviços de segurança da Rússia admitiram ter dado um recompensa de US$ 10 milhões por informações que levaram à morte do líder rebelde checheno Aslan Maskhadov. Os serviços "foram procurados por cidadãos que deram a informação necessária" sobre o seu paradeiro, disse um porta-voz à agência de notícias AFP. Maskhadov foi morto na semana passada na Chechênia quando as tropas encontraram o bunker em que ele estava escondido, segundo os russos. No ano passado, a Rússia tinha oferecido uma recompensa de US$ 10 milhões (R$ 27 milhões) por sua captura. Moscou culpa Maskhadov por uma série de ataques na Rússia, incluindo o assalto a uma escola na cidade de Beslan, em setembro, quando mais de 330 reféns – a maioria crianças – morreram. Maskhadov negava o envolvimento. 'Recompensa apropriada' Os serviços de segurança russos não disseram quantas pessoas passaram as informações, embora tenham sugerido que não foi apenas uma. "Os cidadãos receberam a recompensa total e, se necessário, eles vãos receber ajuda na mudança para outra região da Rússia ou país muçulmano", disse um porta-voz dos serviços de segurança, citado pela AFP. O porta-voz disse ainda que a agência federal de segurança (FSB) está "pronta para, no futuro, garantir a segurança pessoal e o pagamento de recompensas apropriadas a cidadãos que forneçam informações confiáveis sobre o paradeiro de líderes terroristas". Maskhadov, morto aos 53 anos, foi eleito presidente da Chechênia em janeiro de 1997, mas tirado do poder dois anos depois. Ele liderou os separatistas chechenos que derrotaram as forças russas na guerra de 1994-1996. |
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