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Atualizado às: 16 de março, 2005 - 10h31 GMT (07h31 Brasília)
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Maioria nos EUA acha que Iraque está melhor, diz Washington Post
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Uma pesquisa de opinião publicada nesta quarta-feira pelo diário Washington Post mostra que a maioria dos americanos (56%) acredita que o Iraque está melhor hoje do que antes da guerra.

Mais da metade da população dos Estados Unidos, porém, afirma que o país não deveria ter invadido a nação árabe então governada por Saddam Hussein.

Segundo o jornal, 53% dos entrevistados dizem que a guerra não é justificável, 57% desaprovam a forma como o presidente George W. Bush tem conduzido a política para o Iraque, e 70% vêem como um preço inaceitável o número de militares americanos mortos (mais de 1,5 mil até agora).

"As eleições de janeiro no Iraque ajudaram a mudar a opinião pública numa direção positiva quanto ao futuro do Iraque e do restante do Oriente Médio, com uma clara maioria dos americanos (56%) dizendo estar confiantes de que os líderes iraquianos possam criar um governo estável", diz o Washington Post.

A sondagem revela ainda que "não há grande pressão para trazer as tropas de volta para casa imediatamente".

"Muitos (44%) disseram que o contigente no Iraque deve ser reduzido, mas apenas um quarto dessas pessoas defenderam uma retirada imediata, ou 12% do total da população."

A publicação acrescenta que a maioria dos que desejam algum tipo de retirada americana do Iraque prefere que isso aconteça de forma gradual, "dando a Bush relativa liberdade para determinar o ritmo" de uma eventual retirada.

Diana

Os jornais britânicos publicam nesta quarta-feira o conteúdo de comunicações sigilosas que afirmam que a princesa Diana deveria ter saído do hotel em que estava em Paris em outro veículo na noite de sua morte.

"Teorias conspiratórias sobre a morte da princesa de Gales foram alimentadas após a divulgação de informações de que o carro em que ela deveria ter viajado não pegou", diz o diário The Independent.

Ela e o seu namorado, Dodi al-Fayed, tiveram, assim, de entrar no Mercedes conduzido pelo motorista Henri Paul, que estava alcoolizado e terminou perdendo o controle dentro de um túnel ao tentar fugir em velocidade dos paparazzi.

As informações fazem parte de telegramas trocados à época do acidente, em agosto de 1997, entre autoridades e diplomatas da Grã Bretanha. Esses documentos foram liberados ao público de acordo com uma nova lei de liberdade de informação.

Argentina

Um levantamento sobre a crise social na Argentina, publicado nesta quarta-feira pelo diário La Nación, afirma que 2,7 milhões de argentinos deixaram de ser pobres no período de um ano (2003-2004).

A fatia da população considerada pobre caiu de 47,8% para 40,2%. "Assim, a crise social obteve um novo alívio nos últimos meses, mas quase 15,1 milhões de argentinos ainda vivem na pobreza", diz o jornal.

"Desses, 5,6 milhões, ou 15% da população argentina, são indigentes, o que significa que suas receitas não são suficientes nem para o alimentos básicos."

Os dados são do Instituto Nacional de Estatística e Censos (Indec).

Os economistas entrevistados pelo La Nación disseram que a situação deve continuar a melhorar este ano na Argentina, embora de forma mais lenta.

No pior momento da crise econômica, em outubro de 2002, 57,5% dos argentinos viviam na pobreza.

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