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'The Guardian': Bilionário doa R$ 138 mi para 'decadente' castelo onde casou Ronaldo | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O jornal britânico The Guardian publica nesta terça-feira uma reportagem sobre uma doação feita por um bilionário britânico para restaurar o “decadente” castelo de Chantilly – onde foi celebrado o casamento do jogador Ronaldo com a modelo Daniella Cicarelli. A doação, de 40 milhões de euros (R$ 138,7 milhões), seria feita por Aga Khan, um empresário cuja fortuna é estimada em 6 bilhões de euros (R$ 20,8 bilhões). Qualificando a propriedade de “magnífica, porém muito decadente”, o jornal diz que ela vem “arruinando” desde 1897, quando morreu seu último proprietário privado. Hoje o castelo é gerido pelo Estado francês, que abriu um fundo para arrecadar dinheiro a fim de reformar o castelo renascentista. Segurança latina Soldados e policiais latino-americanos estão sendo cada vez mais procurados por empresas de segurança privada para atuar no Iraque, de acordo com o jornal americano The Christian Science Monitor. De acordo com o diário, a experiência em combate de militares de países que recentemente passaram por guerras – como El Salvador – ou estão vivendo uma no momento – como a Colômbia – os tornou valiosos para trabalhar no ambiente hostil que prevalece em algumas áreas do Iraque. “Com salários melhores do que eles podem esperar ganhar em casa, cerca de mil latino-americanos estão trabalhando no Iraque hoje” sob contrato de empresas de segurança privada, segundo o jornal. Mas o jornal diz que há algumas dúvidas sobre esta iniciativa – por exemplo, não está claro quem se responsabiliza pelos militares que não fazem parte das forças da coalizão pró-americana caso eles sejam seqüestrados no Iraque. Desafios para o Brasil O diário financeiro Financial Times publica uma reportagem sobre um relatório da OCDE, organização que reúne países ricos, a respeito da economia do Brasil. Segundo o jornal, o relatório detalha “uma longa lista de desafios intimidantes” para que o Brasil “assegure um crescimento econômico sustentável e eqüitativo”. O jornal diz que, em linhas gerais, a OCDE elogia a política econômica do governo Luiz Inácio Lula da Silva. “Mas também diz que o Brasil precisa cortar os gastos públicos, melhorar o ambiente de investimento e reformar os gastos sociais”, observa o FT. “Talvez a conclusão mais embaraçosa do relatório, para um que prometeu melhorar radicalmente a igualdade social é que muitos de seus gastos – desde aposentadorias e benefícios para os desempregados até a educação e saneamento – beneficiam os cidadãos mais ricos do Brasil.” Para o outro lado Em editorial, o The New York Times critica a postura do governo do presidente George W. Bush com relação ao relatório anual do Departamento de Estado sobre os direitos humanos no mundo. O jornal diz que, apesar de o governo dizer que “não olha para o outro lado” quando se trata do desrespeito dos direitos humanos no mundo, o relatório “olha para o outro lado” quando o assunto são os abusos cometidos pelos americanos no Iraque, em Guantánamo e no Afeganistão. “A recusa do governo de remediar estes abusos – ou mesmo de reconhecer a existência da maioria deles – carrega o relatório de direitos humanos de 2004 com uma pesada ironia e mina sua autoridade”, diz o editorial. |
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