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Atualizado às: 01 de fevereiro, 2005 - 15h32 GMT (13h32 Brasília)
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Clérigos do Líbano vão reforçar apelo por brasileiro, diz xeque

João José Vasconcelos Jr.
João José Vasconcelos Jr. foi seqüestrado no Iraque há 13 dias
O representante da comunidade muçulmana brasileira xeque Ali Abdouni afirmou nesta terça-feira, no Líbano, que os religiosos do Líbano vão reforçar o apelo pela libertação do brasileiro João José Vasconcelos Jr, seqüestrado no Iraque há 13 dias.

"Eles se colocaram à disposição para levar a mensagem à cúpula dos sábios islâmicos no Iraque, que, por sua vez, mencionariam o apelo que fizemos aos iraquianos", afirmou Abdouni, que está no Oriente Médio para participar dos esforços pela libertação de Vasconcelos.

O xeque – que ainda deve se encontrar com o embaixador Affonso de Ouro-Preto, ainda nesta terça-feira.

Na reunião com o embaixador Ouro-Preto, o representante da comunidade islâmica brasileira do Brasil deve atualizar o diplomata sobre as últimas adesões aos esforços pela libertação do refém.

Próximos passos

"A partir daquilo que ficar decidido pelos contatos com os clérigos do Iraque e da Jordânia, vamos ver quais serão os nossos próximos passos."

Ali Abdouni disse ainda acreditar que uma mensagem pessoal do presidente Luiz Inácio Lula da Silva pode contribuir no processo.

"Todas as tentativas são bem-vindas, e nós sabemos da posição de respeito do Brasil em relação ao Iraque. Creio que qualquer mensagem somaria aos apelos que vêm sendo feitos", afirmou o religioso.

Na segunda-feira, a comunidade muçulmana do Brasil enviou uma carta à Associação dos Clérigos Muçulmanos do Iraque pedindo para que a organização faça um apelo ao grupo que seqüestrou o engenheiro.

Na carta, o representante da comunidade e o vice-representante, xeque Jihaed Hammaddeh, lembram a posição do Brasil em relação à guerra no Iraque.

"O próprio presidente brasileiro se dirigiu às Nações Unidas para defender o Iraque e se opor à invasão injusta. Ele continua a se manifestar nesse sentido através de seus discursos e declarações", afirmam os xeques na carta que foi escrita em árabe e em inglês.

Segundo Abdouni, representantes do governo da Jordânia disseram ter esperança de que o refém brasileiro continue vivo.

"Baseados possivelmente em experiências anteriores, eles dizem que acham que o engenheiro está vivo, mas acho que isso é mais fruto de especulações do que de fatos concretos", disse o religioso brasileiro.

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