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Enviado a Amã busca ajuda de embaixadas e religiosos | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diplomata Affonso Celso de Ouro-Preto, enviado pelo Itamaraty a Amã para acompanhar o caso do seqüestro do brasileiro João José Vasconcelos, Jr., passou a quinta-feira se encontrando com representantes de embaixadas estrangeiras. Segundo a embaixada brasileira em Amã, os diplomatas estão realizando contatos com representantes da China, da Espanha, da França, e também da Itália e da Grã-Bretanha. A embaixada também está tentando entrar em contato com a Associação dos Clérigos Muçulmanos no Iraque, grupo que ajudou na libertação de três reféns japoneses no ano passado. Os diplomatas brasileiros em Amã não informaram o que Ouro-Preto conseguiu nos encontros nem que ajudam acreditam que esses países possam dar na tarefa de tentar a libertação de Vasconcelos. Eleições Em outras ocasiões, o embaixador brasileiro em Amã, Antônio Carlos Coelho da Rocha, afirmou que o objetivo é buscar o conselho de países que já passaram por esse tipo de problema. Na sua chegada à embaixada brasileira, nesta quinta-feira, Ouro-Preto não quis dar mais informações. “Num momento como esse não se fala nada”, afirmou. “Vocês têm que entender”, disse Ouro-Preto. “Em uma situação como essa, é preciso manter sigilo.” “Qualquer informação será transmitida pelo ministro Celso Amorim”, completou. O embaixador não quis revelar os detalhes da agenda prevista para sua estadia em Amã ou de eventuais estratégias a serem adotadas. A ida do embaixador Affonso Celso de Ouro-Preto ao Iraque não está descartada, mas ela poderá não acontecer nos próximos dias por causa das medidas de segurança adotadas por conta das eleições. |
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