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Sumô está cada vez mais popular no Brasil, diz 'New York Times' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Depois de ter destacado as formas volumosas da "nova garota de Ipanema", o jornal americano The New York Times diz que um número crescente de brasileiros está aderindo à prática do sumô, a tradicional arte que surgiu no Japão há mais de 1,5 mil anos e que é tradicionalmente praticada por pessoas acima do peso. Segundo o diário nova-iorquino, pessoas "de todas as idades e origens étnicas" praticam o esporte em São Paulo, e 70% dos praticantes do esporte no Brasil não são descendentes de japoneses. A reportagem afirma que o sumô é praticado no Brasil "em sua forma mais pura" e, para uns poucos privilegiados, "pode ser uma passagem para uma bem-remunerada carreira no Japão". Privatização O Financial Times, de Londres, afirma que o ministro da Fazenda, Antonio Palocci, revelou ao jornal que o governo está preparando a sua primeira grande privatização: a do Instituto de Resseguros do Brasil. De acordo com o diário financeiro, o governo vai "em breve apresentar uma lei no Congresso que acabaria com o monopólio estatal no setor de resseguros e venderia a maior parte das ações do IRB". O jornal qualifica a medida de um "rompimento com a histórica aversão" do presidente Luiz Inácio Lula da Silva às privatizações e "parte de uma nova rodada de reformas pró-mercado que têm o objetivo de assegurar a competitividade internacional" do Brasil. Iraque Nos Estados Unidos, vários jornais comentam a situação no Iraque, após o dia mais sangrento para as tropas americanas no país. Em editorial, o Washington Post concorda com a visão do presidente George W. Bush de que, apesar das lamentáveis baixas sofridas pelo país, é "vital" o objetivo de longo prazo de disseminar a liberdade. Já o Los Angeles Times diz que Bush está mostrando um "talento para a minimização quando o assunto é a guerra". Segundo o jornal, o "desânimo" do povo americano citado na quarta-feira pelo presidente "há muito tempo deu lugar à ira, tanto contra os insurgentes iraquianos quanto o governo americano que nos colocou nesta encrenca". O The Christian Science Monitor segue linha parecida, dizendo que "a paciência dos americanos com o Iraque está se esgotando". De acordo com o editorial, a eleição iraquiana de domingo, dependendo do resultado, pode "aumentar o apoio à guerra" ou "intensificar cobranças pela retirada das tropas americanas”. O jornal árabe baseado em Londres Al Quds Al Arabi aponta para a segunda alternativa. "Muitos esperam que o domingo, quando os iraquianos vão às urnas, seja o dia mais sangrento do seu tipo", diz o jornal. |
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