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Eleição iraquiana deve ter observadores internacionais | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um representante da comissão eleitoral do Iraque disse que até 120 observadores internacionais vão supervisionar as eleições no país no próximo domingo. Em entrevista à BBC, o chefe da comissão eleitoral independente iraquiana, Adel Al-Elmi, disse que as embaixadas americana, britânica, canadense, romena e alemã em Bagdá concordaram em ceder pessoal para trabalhar na supervisão do pleito. Ele também disse que haverá monitores da Indonésia, do México, do Panamá e da Albânia, e que alguns deles estarão supervisionando a votação nas seções eleitorais fora de Bagdá. No início desta semana, a comissão havia dito que a maior parte dos observadores internacionais ficaria baseada em Amã, na Jordânia, por causa da situação de segurança no Iraque. Pedidos Al-Elmi disse que o próprio órgão ainda está pedindo ajuda a outras embaixadas estrangeiras no Iraque para que cedam pessoal para monitorar as eleições. Em princípio, os observadores estrangeiros no Iraque devem trabalhar em Bagdá e no norte do país – mas poderiam ser enviados a outras regiões consideradas seguras, segundo explicou Al-Elmi. O chefe da comissão eleitoral independente também disse que as autoridades iraquianas vão tentar garantir a segurança desses monitores durante o pleito. No entanto, Al-Elmi não deu detalhes sobre um possível esquema de segurança específico para eles. |
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