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Jordânia indicia suspeitos de planejar atentados | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As autoridades da Jordânia acusaram formalmente 16 pessoas suspeitas de serem militantes islâmicos de planejarem uma série de atentados no país. Entre os alvos dos ataques estariam as embaixadas de Israel e dos Estados Unidos em Amã e um hotel usado por turistas israelenses. Eles também são acusados de fazer ameaças a um jornalista que fez um programa de TV criticando o líder militante jordaniano Abu Musab Al-Zarqawi, acusado de estar por trás de uma série de seqüestros e atentados no Iraque. A Jordânia teria se tornado um alvo prioritário para Al-Zarqawi e seus seguidores por causa da tendência pró-ocidente das políticas adotadas pelo governo. Foragido Esta é a primeira vez que foram divulgados planos para o que seria uma série de atentados terroristas na Jordânia. As autoridades do país dizem que 15 dos suspeitos foram presos em agosto e setembro do ano passado; o outro ainda está foragido. De acordo com as acusações apresentadas à Justiça, os suspeitos planejavam realizar um ataque em um festival cultural realizado na cidade de Jerash, ao norte de Amã. Supostos militantes são vigiados de perto pelos órgãos de segurança jordanianos. Talvez por isso não tenham ocorrido no país grandes atentados nos últimos anos, apesar de diversas suspeitas de planos nesse sentido. Os suspeitos neste caso teriam sido recrutados em várias mesquitas para realizar os ataques. A promotoria também diz que um dos suspeitos também viajou à cidade iraquiana de Falluja – onde, até alguns meses atrás, acreditava-se que Zarqawi pudesse estar escondido. Em Falluja, ele teria recebido ordens de voltar à Jordânia e realizar ataques no próprio país. |
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