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Rei da Jordânia diz que 'caos' impede eleições no Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O rei Abdullah, da Jordânia, advertiu que vai ser impossível realizar eleições justas no Iraque em meio ao atual quadro de violência no país. Em uma entrevista ao jornal francês Le Figaro, Abdullah também disse que apenas extremistas iriam sair ganhando se as eleições, planejadas para janeiro, sejam realizadas como o previsto sem que as condições se segurança melhorem. Analistas dizem que as afirmações do rei da Jordânia são surpreendentes, já que o país é considerado um dos principais aliados dos Estados Unidos no Oriente Médio. Tanto o presidente americano, George W. Bush, quando o primeiro-ministro iraquiano, Iyad Allawi, insistem que as eleições serão realizadas na data prevista. Exército O rei jordaniano concedeu a entrevista em Paris, às vésperas de um encontro, nesta terça-feira, com o presidente francês Jacques Chirac. “Me parece impossível organizar eleições que não sejam incontestáveis em meio ao caos que vemos hoje”, disse Abdullah. “Apenas se a situação melhorar uma eleição poderia ser organizada a tempo.” Em outro ponto de sua entrevista, Abdullah disse que as autoridades iraquianas deveriam recrutar novamente oficiais que atuavam no exército durante o governo de Saddam Hussein, além de providenciar treinamento por um período mais longo aos novos soldados. “Quanto mais rápido reconstituirmos o velho exército, melhor o novo será”, disse. |
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