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Premiê iraquiano encontra líderes tribais na Jordânia | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O primeiro-ministro do Iraque, Iyad Allawi, está na capital da Jordânia, Amã, em uma viagem que faz parte dos esforços para ampliar a participação nas eleições iraquianas de janeiro. Ele deve se encontrar com vários líderes tribais e homens de negócio. Mas ele negou que, conforme chegou a ser noticiado, vá se reunir com membros do partido Baath, que apoiava Saddam Hussein, que estão exilados na Jordânia. O governo interino do Iraque divulgou que um outro encontro será promovido em Amã no dia 8 de janeiro entre Allawi e cerca de cem personalidades políticas que vivem no exílio. Sul de Bagdá Centenas de soldados dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha deram continuidade nesta quarta-feira a operações em uma região ao sul de Bagdá. Batidas militares levaram à prisão de 15 pessoas. Soldados cercaram vários quilômetros na margem oeste do rio Eufrates, promovendo buscas em vilarejos por armas, explosivos e insurgentes. Foi o mais recente desdobramento da chamada Operação Plymouth Rock, que já levou à prisão de mais de 200 pessoas na última semana. Segundo os militares americanos, um suposto insurgente morreu quando estava tentando colocar uma bomba na região. O artefato explodiu prematuramente. |
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