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Ministro iraquiano diz que adiar eleições é 'aceitar terror' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O vice-primeiro-ministro do Iraque, Barham Saleh, confirmou que a data das eleições no país serão mantidas e que fazer o contrário seria “ceder ao terrorismo”. Na opinião do político, uma aliança entre antigos membros do regime de Saddam Hussein e extremistas internos e externos está tentando evitar que a votação ocorra. “Eles não querem ver uma democracia funcionando bem no meio do mundo islâmico”, afirmou Saleh. Ele admite que realizar eleições na atual situação é muito difícil, mas afirma que esse é o desejo de grande parte das pessoas no país. “A maioria dos iraquianos, incluindo os que estão em Falluja e Mosul, de ocordo com as pesquisas de opinião, quer votar.” Xiitas A data da eleição foi confirmada neste fim de semana pela comissão eleitoral do país para o dia 30 de janeiro. A declaração ocorreu depois que uma série de partidos ligados às parcelas da população sunita, curda e secular pediram o adiamento do pleito, por causa da falta de segurança. A parcela xiita dos iraquianos tem insistido que a data inicial seja mantida. O xiitas formam cerca de 60% da população e têm chances de estabelecer a maioria nas eleições parlamentares, que deverão também definir o novo gabinete e um nova Constituição para o país. |
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