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Brasileira chefe da ONU visita área mais afetada | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A brasileira Joana Merlin-Scholtes está chefiando uma missão da ONU na Tailândia para coordenar a ajuda às vítimas das ondas gigantes que afetaram o litoral do país. Juntamente com uma equipe de técnicos nas áreas de saúde, logística, resgate e telecomunicações (um total de sete especialistas), a brasileira, que deixou Bangcoc nesta quarta-feira, deverá visitar Puket e Phangnaga, informou o vice-representante residente da ONU na Tailândia, Hakan Bjorkman. Merlin-Scholtes é a representante da Organização das Nações Unidas (ONU) no país desde o início de dezembro e ficará no posto em Bangcoc por três anos. Funcionária de carreira das Nações Unidas, a brasileira já comandou missões especiais da organização no Vietnã e Haiti. O número de mortos em conseqüência do maremoto que atingiu o sul da Ásia no domingo já chega a 60 mil. Só na Tailândia, há 1.516 mortes confirmadas. A ONU está preparando o que espera ser a maior operação de ajuda humanitária da história para lidar com as conseqüências da tragédia. A ONU diz que está enfrentando um desafio inédito para coordenar a distribuição de ajuda para cerca de dez nações simultaneamente. A tragédia de domingo foi causada por um grande terremoto submarino (9 pontos na escala Richter), que, por sua vez, gerou ondas gigantescas. O terremoto, o quarto mais forte desde 1900, foi sentido da Malásia até a África. |
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