|
Palestinos podem receber US$ 8 bilhões por cessar-fogo, diz NYT | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diário The New York Times afirma nesta sexta-feira que os palestinos poderiam receber um pacote de ajuda financeira de até US$ 8 bilhões caso haja avanços para encerrar o conflito com Israel. O dinheiro, oferecido pelos Estados Unidos, Europa e países árabes, seria uma forma de estimular o novo governo palestino a conter as ações dos grupos militantes. A quantia seria entregue à Autoridade Palestina em quatro anos. Segundo o jornal, o valor é o dobro do que os palestinos têm recebido atualmente (cerca de US$ 1 bilhão por ano). E, nas estimativas do Banco Mundial, este seria o maior programa de ajuda internacional em quantia per capita desde o fim da Segunda Guerra. 'Emenda Arnold' A revista britânica Economist traz esta semana um editorial defendendo o direito de Arnold Schwarzenegger disputar eleições para presidente dos Estados Unidos. O artista de Hollywood que foi eleito governador da Califórnia não pode disputar a Casa Branca porque nasceu na Áustria. A legislação americana prevê que apenas cidadãos nascidos no país tornem-se presidentes. A Economist afirma que está crescendo nos Estados Unidos a pressão de grupos favoráveis à chamada "emenda Arnold", para alterar a Constituição. O ex-presidente George Bush, pai do atual, é um dos defensores da mudança constitucional. Segundo a revista, o que está em jogo não é o mérito de Schwarzenegger, mas sim uma legislação ultrapassada, criada no século 18 para evitar que europeus dominassem os Estados Unidos com manobras políticas. Brasil x Argentina O Financial Times afirma que o Mercosul tinha tudo para estar vivendo um bom momento, com o crescimento econômico de seus integrantes. Mas, segundo o jornal, "é difícil evitar a impressão de que o Mercosul está com problemas". O texto se refere às desavenças comerciais entre o Brasil e a Argentina. Afirma que a proximidade entre o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-presidente argentino Eduardo Duhalde é motivo de irritação para o novo líder da Argentina, Néstor Kirchner. O FT diz ainda que, nas palavras de um ministro argentino, Kirchner vai "mostrar os dentes" na reunião de chefes de Estado do Mercosul nesta sexta-feira. Kirchner vai defender a adoção de salvaguardas que limitam o livre comércio entre o Brasil e a Argentina. |
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||