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Fábrica de Camaçari promove 'reviravolta' para a Ford, diz 'FT' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O diário britânico Financial Times diz que a fábrica da Ford em Camaçari, na Bahia, causou uma “reviravolta” nas fortunas da multinacional automobilística na América Latina. Segundo o jornal, quando a fábrica foi planejada, críticos a qualificaram como uma “aventura arriscada”, mas agora a unidade está perto de trabalhar em sua capacidade máxima, que chega a 250 mil veículos por ano. Ainda segundo a reportagem, ela está agora servindo de modelo para fábricas da empresa em outros países graças ao seu processo de produção, de gestão de estoques e de redução dos custos de transporte. O jornal também destaca a aposta da Ford em desenvolver um setor de design de automóveis local em Camaçari, no qual trabalham 780 funcionários e que é apontado como outro dos motivos por trás do sucesso da fábrica baiana. Bush na dianteira O Washington Post afirma que, às vésperas do primeiro debate na TV das eleições americanas, o presidente George W. Bush conta no momento com uma “sólida vantagem” sobre seu rival democrata, John Kerry. O jornal publica uma pesquisa de intenção de voto feita nos últimos dias que aponta que 51% dos eleitores que devem ir às urnas preferem o presidente, e 45%, o candidato democrata. Bush mantém assim praticamente inalterada a liderança de que dispunha logo depois da convenção do Partido Republicano, quando a situação era de 51% a 43%. O presidente segue a frente apesar de, segundo a pesquisa, 49% dos americanos estarem insatisfeitos com a direção que os Estados Unidos estão rumando (49% estão satisfeitos) e 50% desaprovarem a forma como ele vem administrando a economia e o conflito no Iraque (47% aprovam). O jornal também detectou um nível “extraordinário” de interesse dos eleitores na campanha eleitoral deste ano. Turquia não No Le Figaro, de Paris, o tema de uma pesquisa feita pelo jornal foi a opinião dos franceses a respeito de uma eventual entrada da Turquia na União Européia. E o resultado foi que 56% dos pesquisados se opõem ao ingresso do país no clube europeu, contra 36% que são a favor. Mas o jornal observa que o número de oponentes da entrada turca é cinco pontos percentuais inferior ao que era em junho deste ano. E que 63% dos pesquisados diz que a Turquia pode ser considerada para entrar no bloco caso o país faça os “esforços políticos e econômicos necessários”. Imigração portuguesa Em Portugal, o Público afirma em sua manchete que o sistema de cotas para a imigração implantado pelo governo com o objetivo de atrair 8,5 mil imigrantes legais para o país neste ano só emitiu visto de trabalho para três trabalhadores até o momento. Os três beneficiados foram um agricultor brasileiro, um copeiro ucraniano e um escriturário moldavo. Segundo o jornal, o programa visa atrair imigrantes em áreas onde há carência de profissionais. O Público afirma que entidades empresariais consideravam 8,5 mil trabalhadores um número bastante baixo em relação às necessidades de mão-de-obra do país – e ainda assim apenas 60 pessoas se candidataram para conseguir o visto. “Alguns responsáveis relacionados com o fenômeno de imigração admitem que o falhando do processo revela que os empresários continuam a preferir recrutar ilegalmente imigrantes que entraram clandestinamente em território nacional”, afirma o jornal. |
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