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Pelo menos duas pessoas teriam morrido em referendo na Venezuela | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Monitores internacionais dizem que o referendo deste domingo na Venezuela aconteceu de forma pacífica, de modo geral. Mas, mesmo assim, há informações de que duas pessoas teriam morrido e cerca de doze ficaram feridas em diferentes locais de votação. As zonas eleitorais foram finalmente fechadas logo após a meia-noite, no horário local. O prazo inicial para o fechamento das zonas eleitorais era às 16h, mas o grande volume de eleitores e o atraso no processo acabou levando aos sucessivos adiamentos. O presidente do CNE, Jorge Rodriguez, afirmou que o motivo da persistência das filas “se deve ao nível histórico de comparecimento às urnas”. Paciência Tanto o governo quanto a oposição pediram que os eleitores tivessem paciência e aguardassem nas filas quilométricas. Em Caracas, o ex-presidente americano, Jimmy Carter, que dirige uma organização em prol da democracia mundial, disse que nunca viu um comparecimento tão elevado às urnas. O referendo encerra uma disputa que dura desde abril de 2002, quando, após um golpe que tirou Chávez do poder por dois dias, a oposição começou a pedir que o mandato do presidente fosse colocado à prova em um plebiscito. A Constituição venezuelana, alterada pelo próprio Chávez em 1999, permite o plebiscito para todos os cargos eleitos a partir da metade do mandato. A oposição venezuelana acusa Chavez de se comportar como um ditador. Ele também é acusado pelos problemas economicos do país. |
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