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Atualizado às: 12 de agosto, 2004 - 19h11 GMT (16h11 Brasília)
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Violência preocupa antes de referendo na Venezuela
Modelo de identificação eletrônica que será usado no plebicito.
A identificaçãos dos participantes vai ser feita através de um registro de suas digitais
A campanha para o referendo de domingo que decide se o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, permanece no cargo chega ao fim, nesta quinta-feira, em meio a temores de que a votação possa gerar maiores conflitos.

Apesar de a campanha ter transcorrido sem grandes incidentes, foram registrados dois casos de agressões contra jornalistas, na quarta-feira.

No mesmo dia, representantes das três principais igrejas do país fizeram um raro apelo conjunto para a paz e a participação da população no referendo.

A equipe de um canal de televisão privado foi interceptada por supostos simpatizantes de Chávez. Os jornalistas foram agredidos e parte do equipamento de transmissão foi roubado.

No centro histórico da capital, Caracas, um fotojornalista espanhol foi detido por algumas horas por outros supostos simpatizantes do presidente. Ele foi resgatado horas depois pela Guarda Nacional, depois de ter sofrido agressões leves.

Os incidentes se somam a pequenas contendas entre simpatizantes das duas partes ocorridas em uma praça do centro de Caracas.

Denúncia

A oposição realiza, nesta quinta-feira, um grande comício na capital, e espera reunir um número recorde de manifestantes. Chávez encerrou sua campanha no domingo, também em Caracas, enquanto seus simpatizantes realizaram atos pelo interior do país.

Ficou decidido que os meios de comunicação não transmitiriam propaganda política durante a sexta-feira e o sábado.

Membros da campanha governista pediram ao Conselho Nacional Eleitoral (CNE) que descredencie vários funcionários da Cantv, empresa telefônica que transmitirá os dados da votação para o centro de contagem, em Caracas.

Segundo o deputado Ismael García, esses funcionários estariam “vinculados com atividades da oposição“.

A empresa disse que vai acatar a decisão do CNE.

A oposição suspeita que a denúncia do governo faça parte de uma trama para manipular o plebiscito.

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