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Chávez compara sua campanha ao 'não de Cristo' | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, disse que sua campanha para permanecer no governo equivale ao "não de Cristo ao imperialismo". Chávez está liderando a campanha do "não" no referendo do próximo dia 15 sobre a sua destituição do cargo. A evocação de Cristo foi feita num ato de campanha que reuniu dezenas de milhares de pessoas no domingo em Caracas. "Hoje começa a ofensiva final rumo ao 15 de agosto", disse Chávez a seus simpatizantes. "Durante esta semana faremos o ataque final." A oposição ao presidente venezuelano também realizou atos políticos durante o fim de semana. Otimismo Os oposicionistas pretendem realizar um grande encerramento de campanha na quinta-feira, dia 12, mas, neste domingo, já promoveram caravanas e marchas em Caracas e outras cidades do país. Chávez disse no ato de sua campanha que as pesquisas de opinião estão indicando uma vantagem a seu favor, mas alertou contra o clima de "já ganhou" entre os seus partidários. "Vamos ganhar, mas ainda não ganhamos nada", disse o presidente venezuelano. Em seu discurso, Chávez misturou linguagem militar com referências religiosas, antiimperialistas e bolivarianas, relacionadas a Simón Bolívar, herói da libertação da América Latina. "Este 'não' contra o imperialismo tem mil anos, mas aqui se renovou", disse Chávez. "É o 'não' àqueles que querem prejudicar os pobres." |
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