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Jornais árabes prevêem deterioração da situação do Iraque | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A mídia árabe faz nesta quarta-feira uma série de previsões pessimistas a respeito do futuro do Iraque, com base nos enfrentamentos em Najaf e outras cidades. O jornal Al-Rayah, do Catar, diz que tudo aponta para "mais deterioração" na situação do país. "O que é mais perigoso é que sonoras discussões estão sendo ouvidas a respeito da separação dos governos do Sul – Basra, Amarah e Nasiriyah – do Iraque." Já o Al-Khalij, dos Emirados Árabes Unidos, diz que "o caos trazido pela ocupação americana do Iraque é o mesmo caos plantado pela ocupação sionista na Cisjordânia e na Faixa de Gaza". Impostos Nos Estados Unidos, o Washington Post publica uma reportagem sobre os efeitos dos cortes de impostos promovidos pelo governo Bush nos últimos anos. De acordo com o diário da capital americana, enquanto Bush atribui aos cortes a recuperação da economia, muitos economistas consideram que o impulso à economia propiciado pelos cortes teve um efeito de curta duração. Por esse motivo, segundo o jornal, os cortes estão se tornando um alvo preferencial para quem critica o presidente neste ano eleitoral. Goss e a CIA O também americano Los Angeles Times critica em editorial a indicação de Porter Goss para ser o novo diretor da CIA, o serviço secreto do país. Segundo o jornal, Goss tem credenciais impecáveis, mas, no Congresso, era o responsável pela fiscalização dos trabalhos da CIA – ou melhor dizendo, segundo o jornal, a "falta de fiscalização". "A passividade de Goss é perfeitamente conveniente para Bush", diz o jornal. "Ele não vai desafiar o presidente. Ele não vai demitir altos funcionários. O mais provável é que ele não vá fazer muito a respeito de nada." Outro jornal americano, o The New York Times, segue na mesma linha, dizendo que a opção por Porter Goss significa protelar as reformas da CIA recomendadas pela comissão que investigou os atentados de 11 de setembro de 2001. Já o Washington Times elogia a indicação, dizendo que a experiência de Goss no serviço secreto o torna a pessoa certa para realizar as reformas de que a CIA necessita. Gays no futebol Na Grã-Bretanha, o The Guardian afirma que o futebol está sendo abraçado pela comunidade gay do país dentro e fora do campo. De acordo com o jornal, cada vez mais gays estão praticando o esporte ou se reunindo em bares para assistir às partidas de seus times favoritos. Na internet, ainda segundo o Guardian, uma rede de torcedores gays está crescendo com maior velocidade do que sites que promovem encontros amorosos entre homossexuais. O "belo jogo", como os britânicos chamam o futebol, está até mudando a forma como muitos gays pensam a respeito de si mesmos, diz a reportagem. E o jornal brinca: "Só não insinue que isso acontece porque eles estão olhando para as pernas dos jogadores". Mas ainda vai levar algum tempo para que algum jogador profissional assuma publicamente sua homossexualidade, prevê o Guardian. |
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