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Atualizado às: 22 de outubro, 2007 - 21h52 GMT (18h52 Brasília)
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Bolsas de NY revertem pessimismo e fecham em alta
Operador da bolsa de valores de Nova York
Reação ajudou mercados a recuperar perdas da sexta-feira
Os principais indicadores do mercado de Nova York encerraram o dia com altas, se recuperando de um início de pregão marcado por pessimismo com as perspectivas da economia americana.

Enquanto o Nasdaq registrou a alta mais expressiva, 1,06%, o índice Dow Jones encerrou o dia com +0,33%, pouco abaixo do registrado no índice Standard & Poor’s 500 (+0,38%).

Segundo analistas, a reação foi impulsionada principalmente por ações de empresas de tecnologia, que registraram resultados positivos no terceiro trimestre.

As ações da Apple, por exemplo, tiveram alta de 2,3%; da Microsoft, 1,1%; da Oracle, 2,2%; e da Google, 0,9%.

Com as altas, os investidores recuperaram um pouco de terreno depois do movimento de vendas na sexta-feira, desencadeado por dados desfavoráveis sobre a economia.

A reação em Nova York também se refletiu no Brasil, onde a Bovespa encerrou o dia com alta de 0,53%.

Por sua vez, o dólar deixou clara a volatilidade dos mercados nesta segunda-feira com uma valorização de 0,78% e fechou a R$ 1,818.

Europa e Ásia

"O mercado se surpreendeu com os resultados negativos das empresas na semana passada, então a volatilidade voltou à cena", comentou Nuno Camara, economista-sênior do banco de investimentos Dresdner Kleinwort Wasserstein (DrKW).

Na sexta-feira, grandes empresas, como a Caterpillar e a Honeywell, divulgaram balanços com ganhos abaixo do esperado por Wall Street e com expectativas de lucros reduzidas para o quarto trimestre e para 2008.

Isso seria reflexo do desaquecimento da economia americana em virtude da crise imobiliária no país.

Outro fator que deixou os investidores mais avessos ao risco na sexta-feira foi a data em si, dia 19 de outubro, o aniversário de 20 anos da "Segunda-feira Negra", quando o índice Dow Jones despencou quase 23%.

Mais cedo, as principais bolsas de valores da Europa e da Ásia não chegaram a registrar reações e encerraram a segunda-feira com quedas.

O índice japonês Nikkei fechou em baixa de 2,2%. Em Hong Kong e Cingapura, as quedas foram ainda mais acentuadas, com perdas de 3,7% e 2,8%, respectivamente.

A bolsa de Xangai registrou queda de 2,6%.

Na Europa, por volta das 16h45 do horário local, o índice FTSE 1000, da Bolsa de Londres, registrava baixa de 1,05%; em Paris, o CAC recuava 1,38%, e em Frankfurt, o DAX registrava baixa de 1,13%.

Na avaliação de Camara, a expectativa é de "mais incerteza" para a semana.

"A leitura continua confusa e incerta, mas não acreditamos que vá chegar aos níveis de julho e agosto", disse.

Para Dick Green, do site de investimentos Briefing, a atual queda dos índices é apenas uma "reavaliação racional dos preços diante de uma expectativa medíocre" dos resultados das empresas americanas e do "otimismo excessivo" do último corte da taxa básica de juros feito pelo Federal Reserve (o banco central americano).

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