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Bolsas na Europa se recuperam; SP e NY oscilam em alta | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
As principais bolsas da Europa fecharam em alta nesta sexta-feira, em meio a uma onda de recuperações nos mercados financeiros mundiais detonada pela decisão do Fed (banco central dos EUA) de reduzir os juros sobre os empréstimos a bancos. O índice FTSE, de Londres, encerrou as operações com alta de 3,5%, em 6.064,20 pontos. Em Frankfurt, o Dax fechou com ganhos de 1,49% e o CAC, de Paris, com variação positiva de 1,86%. O Federal Reserve cortou a taxa de juros que adota para emprestar dinheiro aos bancos de 6,25% para 5,75%, na tentativa de conter os problemas de liquidez que muitos bancos estão enfrentando com o agravamento da crise no setor imobiliário nos Estados Unidos. A medida também teve impacto positivo nas bolsas de Nova York e São Paulo, que, no entanto, apresentaram oscilações durante o dia. A Bovespa chegou a acumular altas superiores a 3% no início do dia, mas depois reduziu a margem de ganhos ao longo das operações, caiu e por volta das 14h30 registrava ligeira alta, de 0,27% (48.147 pontos). Em Nova York, o índice Dow Jones, da Bolsa de Nova York, também recuou depois de altas de mais de 2% pela manhã. Por volta das 13h20 (14h20 em Brasília), subia 1,59% e o índice Nasdaq, que reúne ações de empresas de tecnologia, registrava alta de 2%. Ásia As bolsas asiáticas, no entanto, tiveram mais um dia de perdas. O índice Nikkei do Japão registrou queda de 5,42%, sua maior desde abril de 2000. Já o Hang Seng, de Hong Kong, caiu 1,38%. Além do corte de juros, o banco central americano injetou mais US$ 6 bilhões no sistema bancário, elevando para US$ 94 bilhões o valor injetado desde 9 de agosto. Outros bancos centrais fizeram intervenções nos últimos dias, a fim de proteger os seus mercados. O Banco do Japão injetou US$ 10,7 bilhões apenas nesta sexta-feira, na terceira intervenção da semana. Investidores japoneses temem que a desaceleração na economia americana atinja as exportações da Ásia. Também há especulação de que o Banco do Japão possa aumentar as taxas de juros na próxima semana, apesar dos problemas nos mercados. O Banco Central da Austrália também fez sua intervenção para proteger a moeda do país, pela primeira vez em seis anos. O dólar australiano estava registrando sua maior queda em um dia, em relação ao dólar americano, desde o início de sua livre comercialização em 1983. |
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