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Shimon Peres assume Presidência de Israel | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os ex-primeiro-ministro israelense Shimon Peres tomou posse neste domingo como nono presidente da história do país. O político de 83 anos, que foi eleito no mês passado, vai ocupar o cargo durante os próximos sete anos. Seu antecessor, Moshe Katsav, foi obrigado a renunciar neste ano depois de admitir acusações de abuso sexual e abuso de autoridade. Nascido na Polônia, Peres já ocupou quase todas as posições do primeiro escalão do gabinete israelense. Em 1994, recebeu o Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho no acordo de paz de Oslo. 'Completa igualdade' A posse de Peres aconteceu no Knesset, o parlamento israelense, diante de líderes militares e deputados. Antes de entrar no prédio, ele depositou uma coroa de flores no memorial que homenageia soldados mortos. Em seu discurso de posse, Peres disse: "Eu não sou mais o mensageiro de um partido, mas sim um representante da nação, de todos os cidadãos do Estado... (que) precisam fortalecer o processo de paz. Dentro desta casa. Com nossos vizinhos. Em toda região." Ele também disse que os cidadãos de Israel não devem discriminar quem não é judeu. "Se eles não gozarem de completa igualdade, nós não estaremos em paz conosco e com nossos companheiros. Israel... deve ser uma casa boa e acolhedora para judeus que não são israelenses, assim como para israelenses que não são judeus." Antes da cerimônia, o primeiro-ministro Ehud Olmert disse que Peres "é uma das figuras mais importantes de Israel dos últimos 60 anos". De acordo com o correspondente da BBC em Jerusalem Christian Fraser, a função de Peres é, em grande parte, simbólica, mas muitos israelenses acreditam que ele pode trazer mais dignidade à vida política do país. O correspondente também destaca que a posse de Peres agrada o premiê Olmert, já que o presidente não poderia sucedê-lo no cargo. A pressão para saída de Olmert deve aumentar no próximo mês, quando o parlamento divulgará um relatório sobre falhas do governo de Israel na condução da guerra no Líbano, no ano passado. |
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