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Israel: Governo palestino do Fatah é 'oportunidade' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Israel declarou que vê a indicação de um novo governo palestino liderado pelo partido Fatah, do presidente Mahmoud Abbas, como uma oportunidade para melhorar as relações com os palestinos. Mir Eisen, porta-voz do premiê de Israel, disse que o novo governo claramente aceitou os princípios internacionais e renunciou ao "terrorismo". A facção rival do Fatah, o Hamas, que se recusa a reconhecer Israel, foi excluída do governo depois de ter tomado por meio de armas o controle da Faixa de Gaza no mês passado. A declaração israelense é feita depois que a ministra do Exterior de Israel, Tzipi Livni, se reuniu com o novo premiê palestino, Salam Fayyad, em Jerusalém, no domingo. No domingo, Israel anunciou que planeja libertar cerca de 250 prisioneiros palestinos, todos ligados ao Fatah. O governo israelense disse ainda que receberá uma delegação da Liga Árabe pela primeira vez para discutir um plano de paz árabe que Israel rejeitou há cinco anos, mas que agora indicou que pode reexaminar. Apoio A reunião em Jerusalém é vista como um gesto de apoio ao líder palestino moderado Mahmoud Abbas. Um comunicado israelense emitido depois do encontro entre Livni e Fayyad afirmou: "A discussão lidou primordialmente com a situação na Autoridade Palestina e em formas de melhorar a vida dos moradores dos territórios ao mesmo tempo em que preserva os interesses israelenses por segurança." Um representante do gabinete de Fayyad disse que o encontro lidou com "questões políticas mais amplas, não apenas a remoção de postos de controle aqui e ali". A correspondente da BBC em Jerusalém Bethany Bell disse que as iniciativas diplomáticas são um sinal da melhoria das relações entre Israel e o novo gabinete palestino. O encontro se realiza três semanas depois que o grupo militante palestino Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza, o que dividiu os territórios palestinos em áreas controladas por duas entidades políticas diferentes. Abbas dissolveu o governo liderado pelo Hamas, eleito nas urnas, depois da tomada da Faixa de Gaza e indicou Fayyad como primeiro-ministro em um gabinete de emergência. Morte na Cisjordânia Os Estados Unidos e Israel ofereceram forte apoio a Abbas. A Liga Árabe fez o mesmo. A organização deverá enviar o ministro do Exterior do Egito, Ahmed Abul Gheit, e seu colega jordaniano, Abd-al-Ilah al-Khatib, para Israel. "Esta é a primeira vez que a Liga Árabe vem a Israel", disse o porta-voz do Ministério do Exterior de Israel, Mark Regev. "Desde sua criação a Liga Árabe é hostil a Israel. Será a primeira vez que vamos hastear a bandeira da Liga Árabe." Em um incidente separado, forças israelenses teriam matado um integrante do grupo militante palestino Jihad Islâmica na Cisjordânia. Mahmud Nazal foi morto a tiros quando dirigia seu carro perto da cidade de Jenin, de acordo com funcionários de um hospital palestino. |
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