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Correa expulsa representante do Banco Mundial no Equador | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente do Equador, Rafael Correa, ordenou nesta quinta-feira a expulsão do representante do Banco Mundial no país. O presidente enviou uma carta ao funcionário Eduardo Somensatto, declarando-o "persona non grata" no país. O governo acusa o Banco Mundial de suspender um empréstimo de US$ 100 milhões ao país em 2005, quando Correa era ministro da Economia. O Banco Mundial confirmou ter recebido uma carta assinada por Correa, com data do dia 20 de abril. O Banco disse estar analisando a carta "e as suas implicações" e pediu para manter um canal de diálogo aberto com o governo de Quito. Segundo o Banco Mundial, o Equador violou um dos requisitos para entrega de crédito ao modificar a estrutura de distribuição de um fundo petroleiro para destinar mais recursos para projetos sociais e diminuir os fundos destinados para o pagamento da dívida pública. Desde que chegou à Presidência, no começo do ano, Correa também já ameaçou expulsar representantes do Fundo Monetário Internacional (FMI). |
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