|
Confrontos na Somália 'deixam pelo menos 52 mortos' | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Pelo menos 52 pessoas foram mortas no quarto dia de confrontos entre soldados etíopes e a milícia islâmica na capital da Somália, Mogadíscio. A organização de defesa dos direitos humanos da Somália, Elman, afirmou que pelo menos 52 pessoas morreram nos confrontos de sábado, que descreveu como um dos piores dias de violência nos últimos anos. "Peço que os dois lados parem os confrontos (...) sem qualquer imposição de condição", disse o presidente do grupo Sudan Ali Ahmed, à agência de notícias Associated Press. Médicos afirmaram que estão sobrecarregados com o atendimento de feridos e há informações de corpos espalhados pelas ruas. Mais de 130 pessoas foram mortas e 200 ficaram feridas nos primeiros três dias de confrontos, segundo informações do grupo de defesa dos direitos humanos. Forças da Etiópia estão em Mogadíscio desde dezembro depois de ajudar o governo de transição da Somália a expulsar as milícias islâmicas. 'Desastre' Um ataque confirmado deste sábado ocorreu no mercado al-Barakah. Várias pessoas foram mortas quando morteiros foram lançados. Segundo informações do local, corpos ficaram mutilados e irreconhecíveis. A agência de notícias AFP relatou que um morteiro também atingiu um ônibus em um bairro no sul da capital, matando quatro pessoas. Segundo o coordenador de ajuda humanitária da ONU, Eric Laroche, a maioria dos que fugiu não tem alimentos ou água e centenas já morreram devido a doenças como cólera e diarréia. A Somália não tem um governo estável desde 1991. Um governo de transição foi formado em 2004, mas, até agora, não conseguiu assumir o controle total do país. As forças da Etiópia, que dão apoio ao governo de transição, entraram em Mogadíscio em dezembro, expulsando o grupo militante União das Cortes Islâmicas. Desde então a violência se intensificou na região. Acredita-se que os insurgentes sejam um grupo misto de militantes islâmicos e milicianos do clã Hawiye, o maior de Mogadíscio. |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Choques deixam pelo menos 14 mortos na Somália21 de março, 2007 | Notícias Força de paz começa a chegar à Somália06 de março, 2007 | Notícias Cúpula frustra expectativas sobre força de paz para a Somália31 de janeiro, 2007 | Notícias Funcionário do governo dos EUA confirma ataque à Somália25 de janeiro, 2007 | Notícias Etiópia inicia retirada de tropas da Somália23 janeiro, 2007 | BBC Report Líder islâmico da Somália se entrega à polícia no Quênia22 janeiro, 2007 | BBC Report União Africana aprova o envio de tropas à Somália20 de janeiro, 2007 | Notícias Somália deve negociar com milícia, diz EUA20 de janeiro, 2007 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||