BBCBrasil.com
70 anos 1938-2008
Español
Português para a África
Árabe
Chinês
Russo
Inglês
Outras línguas
Atualizado às: 01 de abril, 2007 - 18h39 GMT (15h39 Brasília)
Envie por e-mailVersão para impressão
Grã-Bretanha lamenta mortes nas Malvinas
Margaret Beckett
Beckett ofereceu passagens para parentes dos argentinos mortos
A ministra do Exterior da Grã-Bretanha, Margaret Beckett, expressou um "lamentar contínuo" pelas mortes britânicas e argentinas na Guerra das Malvinas neste domingo, véspera do 25º aniversário da invasão da ilha pelos militares da Argentina.

Beckett disse ainda que as famílias de militares argentinos mortos no conflito vão ser autorizadas a realizar cerimônias comemorativas nas ilhas, que continuam sob o poder da coroa britânica, ainda neste ano.

Mais de 900 pessoas morreram na guerra, que durou 74 dias, entre elas, 255 militares britânicos e outros 655 argentinos, além de três moradores das Malvinas.

A invasão da ilha pelos argentinos aconteceu em 2 de abril de 1982, depois de décadas de tensão. A Grã-Bretanha declarou as ilhas territórios britânicos em 1833. Os argentinos capitularam em 14 de junho de 1982.

Colaboração

Na declaração da ministra britânica, é destacada a colaboração entre os dois países.

"Hoje oferecemos, com o acordo do governo das ilhas Falkland (como as ilhas são chamadas pelos britânicos), a oportunidade de parentes dos argentinos que morreram em 1982 viajarem para as ilhas mais para o fim de 2007, para realizar celebrações privadas no cemitério argentino em Darwin", diz a nota oficial.

No mês passado, o primeiro-ministro Tony Blair afirmou que a guerra pelas Falklands exigiu "coragem política" e foi "a coisa certa a se fazer". Em entrevista para um site do governo britânico, Blair disse que "um princípio estava em jogo".

O ministro do Exterior do gabinete paralelo (da oposição ao governo), William Hague, elogiou a iniciativa de organizar a ida de parentes dos mortos até as Falklands.

"É absolutamente correto trabalhar para melhorar a cooperação com a Argentina", disse Hague.

No entanto, ele destacou ser importante lembrar que a guerra foi "resultado de uma agressão não-provocada".

NOTÍCIAS RELACIONADAS
LINKS EXTERNOS
A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados.
ÚLTIMAS NOTÍCIAS
Envie por e-mailVersão para impressão
Tempo|Sobre a BBC|Expediente|Newsletter
BBC Copyright Logo^^ Início da página
Primeira Página|Ciência & Saúde|Cultura & Entretenimento|Vídeo & Áudio|Fotos|Especial|Interatividade|Aprenda inglês
BBC News >> | BBC Sport >> | BBC Weather >> | BBC World Service >> | BBC Languages >>
Ajuda|Fale com a gente|Notícias em 32 línguas|Privacidade