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Argentina protesta à UE sobre ilhas Malvinas | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O governo argentino diz que vai iniciar uma campanha diplomática contra um texto da nova Constituição européia que define as ilhas Malvinas como território europeu. “Estamos perturbados. Rejeitamos isso completamente, mas este não é um assunto novo e temos que discutir a questão nos próximos anos”, disse o ministro das Relações Exteriores argentino, Rafael Bielsa. “Temos uma disputa (com a Grã-Bretanha). Esperaremos quatro, 40 ou 400 anos, mas as Malvinas são da Argentina”, disse ele. “Temos que ter a mesma paciência que os poderes coloniais tiveram.” Nada de novo O ministro disse que a Argentina apresentou queixa à União Européia e ordenou que seus embaixadores nos 25 países do bloco também se queixem formalmente a respeito da inclusão das ilhas – que são conhecidas como Falklands pela Grã-Bretanha – como parte do “Território Antártico Britânico”. As ilhas estão sob domínio britânico desde 1833. A Argentina se engajou em uma disputa militar com a Grã-Bretanha sobre as ilhas em 1982. O Ministério das Relações Exteriores britânico disse à BBC que não há nada no novo texto constitucional que altere a situação legal das ilhas. A nova Constituição européia está em processo de ser ratificada por seus países-membros. |
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