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Secretário de Defesa dos EUA faz 1ª visita ao Afeganistão | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O seceretário de Defesa americano, Robert Gates, está em Cabul, capital do Afeganistão, para se discutir, com o presidente afegão Hamid Karzai e outras autoridades do país , formas de combater a crescente ameaça de ressurgimento dos combatentes do Talebã. Gates foi ao Afeganistão passando por Bruxelas, onde conversou sobre a situação do país com líderes da Otan. Ele disse aos jornalistas que derrotar o Talebã é "prioritário". Os confrontos retornaram ao Afeganistão em 2006 com níveis de violência que não eram vistos desde a queda do Talebã em 2001, com as províncias do sul do país - Helmand e Kandahar - e áreas no leste do país sendo as mais atingidas. Cerca de quatro mil pessoas teriam morrido em 2006 durante a insurgência. Cerca de um quarto deste número são civis. Ofensiva Esta é a primeira visita de Gates ao Afeganistão desde que assumiu o posto em dezembro de 2006. Além do presidente Karzai ele vai se reunir com o general Karl Eikenberry, o mais importante comandante militar americano no Afeganistão, e com o general David Richards, comandante das forças da Otan, formadas por 33 mil soldados. O general Eikenberry voltou a enfatizar a preocupação dos Estados Unidos a respeito de como o Talebã pode estar operando a partir do Paquistão. "O inimigo usa dos dois lados da fronteira, eles usam o Paquistão também para comandar e controlar. E eles têm líderes importantes dos dois lados (da fronteira)", disse a jornalistas segundo a agência de notícias Reuters. O correspondente da BBC em Cabul, Dan Isaacs, disse que Gates fará uma avaliação da extensão da ameaça dos militantes e da capacidade das forças internacionais no Afeganistão de conter uma esperada ofensiva do Talebã. Com mais soldados americanos sendo enviados ao Iraque, é pouco provável que, atualmente, o Afeganistão vá receber outro aumento das tropas americanas, segundo Isaacs. Dos 20 mil soldados americanos no Afeganistão cerca de metade operam sob a Otan. O resto está sob comando independente dos Estados Unidos, principalmente com a tarefa de encontrar militantes do Talebã e da Al-Qaeda operando na remota região de fronteira, entre o Afeganistão e o Paquistão. |
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