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Bush e Blair apóiam antecipação de eleição na Palestina | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O presidente americano, George W. Bush, e o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, manifestaram apoio neste sábado à proposta do presidente palestino, Mahmoud Abbas, de antecipar as eleições nos territórios palestinos para pôr fim à violência na região. A porta-voz da Casa Branca, Jeanie Mamo, disse neste sábado que o presidente americano, George W. Bush, espera que um novo pleito leve à formação de um novo governo na Autoridade Palestina que renuncie à violência e reconheça o Estado de Israel. “Enquanto (reconhecemos que) eleições são um assunto interno, esperamos que isso possa pôr fim à violência e levar à formação de uma Autoridade Palestina comprometida com os princípios do Quarteto”, disse Mamo, em referência ao grupo de negociadores que mediam a questão palestina – Estados Unidos, União Européia, Rússia e Nações Unidas. Em viagem ao Egito, o primeiro-ministro britânico pediu que a comunidade internacional apoie os esforços de Abbas para resolver o impasse na Palestina e melhorar as condições de vida do povo nos territórios. No Cairo, Blair disse que a proposta de Abbas é “um indício forte de que o presidente palestino está procurando uma saída para o impasse no processo de paz”. Uma porta-voz de Israel disse que “o governo israelense apóia palestinos moderados que conseguem negociar com Israel sem recorrer à violência. Abu Mazen (como também é conhecido Mahmoud Abbas) é esse tipo de líder”. Fatah e Hamas O pedido para a antecipação das eleições presidenciais e parlamentares foi feito pelo presidente palestino Mahmoud Abbas em um discurso na televisão neste sábado. Abbas disse que o pleito ajudaria a acabar com a violência, que aumentou nos últimos dias depois dos choques entre os seguidores de seu grupo, o Fatah, e da facção do governo, o Hamas. O Hamas, que foi eleito em janeiro, imediatamente rejeitou a proposta de Abbas. Muitos palestinos dizem que Abbas não tem autoridade direta para dissolver o governo, apesar de ele afimar que tem poder para tanto. Caberá ao Comitê Eleitoral Central decidir a questão. |
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