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Soldado dos EUA admite estupro de iraquiana de 14 anos | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O soldado americano James Barker se declarou culpado do estupro de uma adolescente iraquiana de 14 anos e de ter ajudado no seu assassinato e no de mais três pessoas de sua família, em Mahmudiya, ao sul de Bagdá, em março. A declaração foi feita nesta quarta-feira na abertura da corte marcial em que Barker e outros três soldados são acusados de assassinato premeditado. Dois dos acusados podem ser condenados à pena de morte. Barker concordou em ajudar a promotoria para tentar escapar da sentença e, segundo seu advogado, vai testemunhar contra os demais. Grupo de elite Os quatro soldados são acusados de ajudar o ex-soldado Steven Green a planejar, executar e acobertar o crime. Green foi dispensado do Exército por problemas psicológicos e está preso no Kentucky à espera de julgamento por um tribunal civil. Ele se declara inocente. Os demais militares acusados de estupro e assassinato são os soldados Jesse Spilman e Bryan Howard e o sargento Paul Cortez. Os quatro pertenciam à 2ª Brigada de 101ª Divisão Aerotransportada, um grupo de elite do Exército americano. |
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