|
Abbas crê em governo palestino unitário antes de dezembro | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um governo de coalizão palestino poderia ser indicado nas próximas semanas, anunciou o presidente palestino, Mahmoud Abbas, durante um discurso em homenagem ao seu antecessor, Yasser Arafat. Segundo Abbas, as negociações para incluir no seu governo o partido rival Hamas, que venceu as eleições legislativas realizadas em janeiro, tiveram um "grande progresso". "Anuncio ao nosso povo a alegre notícia que nós alcançamos um grande progresso no caminho para estabelecer um governo de coalizão palestino que possa acabar com o impasse e abrir espaço para um acordo político", disse Abbas, que é lider do partido Fatah. "Espero, se Deus quiser, que esse governo será formado antes do final deste mês", completou. Governo unitário Abbas e o primeiro-ministro da Autoridade Palestina, Ismail Haniya, estão envolvidos em negociações para a formação de um governo de união nos territórios palestinos, capaz de pôr fim à disputa de poder na região. As discussões sobre a formação de um governo que seja aprovado pela comunidade internacional estão travadas há meses. Desde janeiro, Israel, Estados Unidos e União Européia impuseram sanções à administração do Hamas, considerada uma organização terrorista por tais nações. Na sexta-feira, o primeiro-ministro Haniya disse que ele e Abbas haviam concordado em discutir "os arranjos necessários para formação do governo" em "duas ou três" semanas. "Então poderemos trazer boas marés ao povo palestino, fortalecendo a união por meio de um governo de unidade nacional", ele declarou. Renúncia Haniya disse ainda que poderia deixar o cargo se os países ocidentais concordassem em levantar o embargo econômico que impuseram depois que o Hamas venceu as eleições legislativas realizadas em janeiro. "Já disse que, se para os europeus e americanos e outros, o primeiro-ministro for um obstáculo para levantar o embargo ao povo palestino, então o primeiro-ministro deve renunciar, de forma que o barco do povo palestino possa zarpar com todos nós", afirmou Haniya, em uma coletiva transmitida pelo canal de TV árabe Al Jazeera. O Hamas é considerado uma organização terrorista por Estados Unidos, União Européia e Israel – país cuja existência o Hamas se recusa a reconhecer. |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Falha técnica matou 18 palestinos, diz premiê de Israel09 de novembro, 2006 | Notícias Ataque israelense mata '18 civis' na Faixa de Gaza08 de novembro, 2006 | Notícias Israel retira tropas de Gaza depois de seis dias07 de novembro, 2006 | Notícias Operação de Israel já matou quase 50 palestinos05 de novembro, 2006 | Notícias Mulheres morrem durante ação de Israel em Gaza03 de novembro, 2006 | Notícias Atiradores escapam de cerco a mesquita na Faixa de Gaza03 de novembro, 2006 | Notícias LINKS EXTERNOS A BBC não se responsabiliza pelo conteúdo dos links externos indicados. | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||