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Atualizado às: 31 de outubro, 2006 - 21h38 GMT (18h38 Brasília)
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Representante da E-Vote é detido no Equador
Simpatizantes de Rafael Correa protestam
Atraso na apuração causou protestos no Equador
O representante da empresa brasileira E-Vote no Equador, Santiago Murray, foi detido nesta terça-feira na capital equatoriana, Quito, segundo informações da polícia.

A E-Vote foi contratada pelo Tribunal Superior Eleitoral para conduzir a contagem dos votos no primeiro turno da eleição presidencial no Equador, em 15 de outubro. Contudo, um colapso no sistema de computação impediu que a empresa cumprisse os prazos prometidos no contrato, provocando críticas em todo o país.

A polícia deteve Murray acatando a ordem de um juiz. Rodrigo Beltran, chefe da Polícia Judiciária local, afirmou que a prisão foi "por 24 horas, para fins investigativos, e ele (Murray) deve dar sua versão no caso que está sendo investigado pelo escritório da promotoria".

Maurício Aguirre, advogado do executivo, afirmou que Murray não tem relação com o processo em que se investiga a causa do problema no sistema de envio dos votos das eleições no Equador para o Tribunal Superior Eleitoral do país.

O advogado disse que a prisão de Murray é ilegal e acrescentou que seu cliente estava sendo vítima de "retaliação" devido a pressões políticas.

Depoimento

Murray tinha sido convocado a dar depoimento nesta terça-feira em um Tribunal de Quito sobre seu suposto envolvimento com integrantes de uma missão internacional de observadores.

Há duas semanas, a polícia equatoriana fez uma batida nos escritórios da E-vote para investigar a denúncia de um suposto crime de informática nas eleições e, na ocasião, um juiz de Guayaquil chegou a ordenar a prisão preventiva de Santiago Murray.

A decisão foi mais tarde revogada, já que o juiz em questão não teria jurisdição sobre o caso.

O Tribunal Superior Eleitoral do Equador confirmou que os candidatos Álvaro Noboa e Rafael Correa vão concorrer ao segundo turno das eleições presidenciais no país, em 26 de novembro.

A Probank, empresa que também faz parte do consórcio brasileiro E-Vote, também participou das eleições brasileiras, cuidando da instalação das urnas eletrônicas nos locais de votação, além da manutenção e substituição de equipamentos.

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