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Israel fez uso 'imoral' de bombas no Líbano, diz ONU | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O coordenador das operações humanitárias da Organização das Nações Unidas (ONU), Jan Egeland, acusou nesta quarta-feira Israel de usar de forma "completamente imoral" bombas de fragmentação no Líbano. Especialistas em remoção de bombas da ONU já retiraram 100 mil pequenas bombas de fragmentação de 359 locais diferentes, segundo Jan Egeland. "Noventa por cento dos ataques com bombas de fragmentação ocorreram nas últimas 72 horas de conflito, quando nós sabíamos que iria haver uma resolução", disse. Israel disse antes que a munição que usa em conflitos obedece à legislação internacional. "Nova informação" Estimativas iniciais dos especialistas da ONU sugeriam a existência de um total de cem locais diferentes com bombas de fragmentação. Egeland descreveu as novas estatísticas como uma "nova informação chocante". "Bombas de fragmentação afetaram áreas grandes, muitas casas e fazendas. Elas ficarão onde estão por muitos meses, possivelmente durante anos. A cada dia pessoas são mutiladas, feridas e mortas por estas armas. (Isto) nunca deveria ter acontecido", disse. Egeland afirmou que recebeu a informação do Centro de Coordenação de Ação Antiminas da ONU, que avaliou cerca de 85% das áreas bombardeadas no Líbano durante o mais de um mês de conflito entre Israel e o Hezbollah. |
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