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Conselho da ONU discute resolução sobre Líbano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Os 15 países do Conselho de Segurança das Nações Unidas passaram a quinta-feira em intensas negociações em Nova York para esboçar uma resolução sobre a crise no Oriente Médio. A Grã-Bretanha e os Estados Unidos concordam com parte de uma resolução apresentada pela França, que pede o fim imediato da violência no Líbano e em Israel. No entanto, diplomatas de Washington e Paris não chegaram a um consenso sobre as palavras exatas que devem entrar no texto. Também há divergências sobre os procedimentos a serem adotados imediatamente após o cessar-fogo. A proposta em discussão prevê duas etapas. A primeira é o cessar-fogo. A segunda seria um acordo de longo prazo para a paz na região, que incluiria o envio de tropas internacionais. O embaixador francês na ONU, Jean-Marc de la Sablière, disse ao correspondente BBC que vai demorar algum tempo para que "95% de sintonia virem 100%". O primeiro-ministro britânico, Tony Blair, afirmou esta semana que uma resolução sobre a crise pode sair nos próximos dias. Segundo o primeiro-ministro libanês, Fouad Siniora, mais de 900 libaneses - a maioria civis - morreram desde o dia 12 de julho, quando começou a ofensiva israelense. Do lado israelense, pelo menos 61 pessoas, incluindo 26 civis, morreram. |
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