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UE pede 'fim das hostilidades' no Líbano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Ministros do Exterior de países da União Européia, que participaram de uma reunião de emergência em Bruxelas, nesta terça, pediram "o fim imediato das hostilidades no Líbano a ser seguido por um cessar-fogo sustentável". Os ministros europeus também disseram estar prontos para contribuir com tropas para uma possível força internacional para ajudar na estabilização da região. Durante as quatro horas do encontro, Grã-Bretanha, Alemanha, Polônia e República Tcheca teriam resistido aos esforços do resto da UE por um pedido de cessar-fogo incondicional na região, de acordo com diplomatas. Um rascunho do documento inicial discutido no encontro, redigido pelo atual presidente do Conselho de Assuntos Gerais e Relações Exteriores da União Européia, o finlandês Erkki Tuomioja, pedia o cessar-fogo imediato no Líbano e dizia que "desconsiderar as precauções necessárias para evitar a perda de vidas civis constitui uma severa infração da lei humanitária internacional". A caminho da reunião, Tuomioja havia dito que a decisão de Israel de intensificar a ofensiva contra o Hezbollah era "inaceitável" e provavelmente não seria bem-sucedida. Ele afirmou ainda que a operação só iria aumentar o apoio ao grupo radical xiita. Consenso Antes que qualquer declaração da União Européia seja oficialmente divulgada, é necessário que haja consenso entre todos os seus representantes. Os ministros queriam demonstrar unidade e assim exercer o máximo de pressão diplomática possível durante a reunião do Conselho de Segurança da ONU, que planeja chegar a uma resolução ainda esta semana sobre a situação no Oriente Médio. O ministro finlandês afirmou que a situação era "crítica para a credibilidade da UE", especialmente no papel de mediadora com o Líbano. "A União Européia é a única instituição em que eles ainda têm alguma confiança", disse ele. A UE tem cinco dos 15 membros do Conselho de Segurança da ONU, sendo que Grã-Bretanha e França têm assentos permanentes. A comissária para Relações Externas da UE, Benita Ferrero-Waldner, declarou nesta terça que para ter influência sobre Israel, o bloco deveria ter uma posição unificada e acrescentou que qualquer solução deveria incluir a Síria. "Queiram ou não, a Síria é um país influente na região", disse ela. |
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