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ONG acusa Israel de usar bombas de fragmentação | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O grupo de defesa de direitos humanos Human Rights Watch, sediado em Nova York, divulgou evidências que, afirma, mostram que Israel usou bombas de fragmentação em áreas civis durante a sua ofensiva no Líbano. Segundo a organização, um ataque de artilharia com munições de fragmentação em um vilarejo na semana passada matou uma pessoa e deixou 12 feridas, inclusive sete crianças. O diretor-executivo do grupo, Kenneth Roth, alega que tais armas não têm precisão e não devem ser usadas em áreas povoadas. O Exército israelense afirmou que o uso de munições de fragmentação não contraria leis internacionais e que está investigando o incidente. Críticos deste tipo de armamento destacam que elas deixam para trás um grande número de pequenas bombas sem explodirem, que costumam matar crianças muito tempo depois de disparadas. A munição supostamente usada por israelenses no Líbano têm uma margem de erro de uma em sete, que o Humanb Rights Watch considera alto demais. |
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