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Atualizado às: 20 de julho, 2006 - 03h32 GMT (00h32 Brasília)
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País foi 'despedaçado', diz premiê do Líbano
Fumaça sobe depois de ataque israelense no sul de Beirute
Fumaça sobe depois de ataque israelense no sul de Beirute
O primeiro-ministro libanês pediu um cessar-fogo imediato entre Israel e os militantes do Hezbollah, afirmando que seu país foi "despedaçado".

Fouad Siniora disse que mais de 300 pessoas foram mortas e outras 500 mil tiveram que deixar suas casas em uma semana de ataques israelenses.

“O país foi despedaçado. O valor da vida humana no Líbano é menor do que o de cidadãos de outros países? A comunidade internacional pode ficar apenas olhando enquanto o Estado de Israel nos inflige um castigo tão duro?”

O discurso emocionado de Siniora foi transmitido pela televisão do país na quarta-feira.

"Peço a vocês todos (a comunidade internacional) que reajam imediatamente... e forneçam assistência humanitária internacional urgente ao nosso país", disse Siniora.

Siniora afirmou que vai pedir compensação a Israel pela "destruição cruel" causada ao Líbano.

Em uma entrevista publicada na quarta-feira pelo jornal britânico Financial Times, o ministro da Economia do Líbano, Jihad Azour, afirmou que os prejuízos sofridos pelo país com os ataques podem chegar a US$ 2 bilhões (cerca de R$ 4,4 bilhões).

Segundo ele, os ataques já danificaram estradas, pontes, telecomunicações, eletricidade, portos, aeroportos e até instalações da indústria privada, como uma fábrica de leite e depósitos de alimentos.

Os israelenses afirmam que estão lutando para por fim ao controle do Hezbollah sobre “as vidas dos cidadãos comuns nos dois lados da fronteira”.

O grupo virtualmente controla – ou controlava, antes do início do conflito – a fronteira libanesa com Israel.

O primeiro-ministro israelense Ehud Olmert disse que a campanha contra os militantes vai continuar "pelo tempo necessário" para libertar soldados israelenses capturados e assegurar que o Hezbollah não seja mais uma ameaça.

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