|
Bombardeios matam 50 em 24 horas no Líbano | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Israel continuou com sua séria de ataques em território libanês nesta terça-feira, ampliando para 50 o número de mortes nas últimas 24 horas. As Forças Armadas israelenses disseram que seus alvos incluíam posições do grupo Hezbollah em diferentes regiões do Líbano, incluindo áreas da capital Beirute. Segundo diferentes fontes libanesas, a maioria dos mortos na mais recente onda de ataques é composta por civis. A agência de notícias Reuters noticiou que nesta terça nove pessoas de uma mesma família, incluindo crianças, foram mortas em um ataque aéreo em uma vila no sul do Líbano chamada Aitaroun. Mísseis contra Israel Além dos civis, pelo menos dez soldados do Exército libanês também morreram quando seu quartel perto de Beirute foi atingido – outros 30 ficaram feridos. Apesar desse ataque, Israel tem afirmado que tem como alvo os militantes do Hezbollah e como objetivo destruir a capacidade do grupo de atacar o país, além de libertar dois soldados capturados pelos militantes no dia 12 de julho. Com as mortes desta terça-feira, o número de mortos do lado libanês nos sete dias de conflito passou de 200, a grande maioria civis. Do lado israelense, pelo menos 24 pessoas morreram, sendo 12 civis. Israel afirma que 15 cidades no norte do país foram atingidas na segunda-feira à noite por foguetes lançados pelo Hezbollah. Ninguém morreu, mas segundo fontes militares, cinco pessoas ficaram feridas quando um foguete atingiu uma sinagoga. Milhares de pessoas estão deixando suas casas no sul do Líbano e no norte de Israel, por causa da violência. Em meio a escalada do conflito, o primeiro-ministro de Israel, Ehud Olmert, disse que os bombardeios não vão parar até os dois soldados israelenses sejam libertados. Olmert também insistiu que a guerrilha tem que ser desarmada, e que o Exército libanês tem que assumir o controle no sul do Líbano. "Não estamos procurando guerra ou conflito direto, mas se for necessário, não teremos medo", disse ele em um comunicado transmitido pela TV. |
NOTÍCIAS RELACIONADAS Arábia Saudita acusa potências de 'indiferença'18 de julho, 2006 | Notícias Operação continua 'com força total', diz premiê de Israel17 de julho, 2006 | Notícias Ataque de Israel mata dez civis no Líbano17 de julho, 2006 | Notícias Batalha está só começando, diz líder do Hezbollah16 de julho, 2006 | Notícias Ataque a Haifa terá conseqüências, diz Olmert16 de julho, 2006 | Notícias G8 condena 'forças extremistas' no Oriente Médio16 de julho, 2006 | Notícias Novo ataque israelense no sul do Líbano mata 2316 de julho, 2006 | Notícias Crise no Oriente Médio provoca divisão no G816 de julho, 2006 | Notícias | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
| |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||