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General dos EUA nega espancamento de Zarqawi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Um general americano no Iraque negou categoricamente a veracidade de relatos de testemunhas que sugerem que soldados dos Estados Unidos maltrataram o militante Abu Musab al-Zarqawi antes de sua morte, na quarta-feira. Em entrevista na televisão americana neste domingo, o general George Casey qualificou as alegações como absurdas, dizendo que os soldados deram ao líder da rede extremista Al-Qaeda no Iraque assistência médica quando ele morreu. Um homem iraquiano que disse estar no local depois do ataque aéreo americano a um esconderijo de al-Zarqawi disse que viu soldados espancando um homem ferido que se parecia com o militante. Casey afirmou ainda que forças americanas e iraquianas estão se preparando para retaliação pela morte de al-Zarqawi depois que uma mensagem foi colocada em um site da internet em nome da Al-Qaeda no Iraque. A declaração anuncia "grandes ataques", que vão despertar "os inimigos de seu sono". A organização afirmou que renovou seu voto de fidelidade a Osama Bin Laden, mas não foi indicado um sucessor para Zarqawi. A declaração é feita num momento em que dois legistas militares americanos completaram a autópsia do corpo de Zarqawi. Um porta-voz militar afirmou que os resultados ainda não serão divulgados. |
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