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Talebã minimiza importância da morte de Zarqawi | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O líder do Talebã, mulá Mohammed, disse que a morte de Abu Musab al-Zarqawi não vai enfraquecer os esforços do grupo no Afeganistão nem a resistência contra "as cruzadas" (ocidentais) em outras partes do mundo islâmico. O líder da Al-Qaeda no Iraque foi morto em um ataque aéreo das forças americanas, nas proximidades da cidade de Baquba, na quarta-feira à noite. Omar lamentou o assassinato de Zarqawi, a quem chamou de "mártir". "O martírio de Zarqawi não vai enfraquecer o movimento de resistência no Iraque", diz o comunicado, assinado por Omar. Segundo o líder do Talebã, há "milhares de jovens" como Zarqawi e que poderão sucedê-lo e até mesmo fortalecer a resistência. Ele argumenta que os "métodos" dos mujahedeen estão estabelecidos de tal forma que "não se enfraquecerão no caso de um ou mais indivíduos serem martirizados". "Durante a sua campanha de três anos ele treinou milhares de outros jovens como ele e alcançou o seu objetivo de formar uma forte resistência contra os americanos." A autenticidade do comunicado, que foi enviado por email a agências de notícias por Mohammed Hanif, não pôde ser confirmada. A mensagem foi enviado por Mohammed Hanif, que se aoresentou como porta-voz do grupo. Mais forte "Dou boas notícias aos muçulmanos em todo o mundo. A resistência contra as cruzadas no Afeganistão e outras partes do mundo islâmico não vai ser enfraquecida". O comunicado dizia ainda que "todos os irmãos do movimento de resistência sagrada no Afeganistão estão profundamente tristes". A rede Al Qaeda teria reconhecido a morte do jordaniano através de uma mensagem postada em um site islâmico. O repórter Bilal Sawary da BBC, em Cabul, conta que Zarqawi e o mulá Omar se conheceram no final da década de 90, quando criaram um campo de treinamento no oeste do Afeganistão. O presidente afegão, Hamid Karzai, disse na quinta que Zarqawi foi responsável pela morte de milhares de muçulmanos no Iraque e no Afeganistão. Zarqawi passou algum tempo no Afeganistão, lutando contra a então União Soviética e retornou ao país depois da invasão americana, em 2001. Ele apoiava os militantes afegãos que combatem os americanos e outras forças estrangeiras no país. |
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