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Europa anuncia US$ 140 mi para governo palestino | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
A União Européia anunciou nesta segunda-feira que doará 120 milhões de euros, (cerca de US$ 140 milhões ou o equivalente a mais de R$ 300 milhões), para a Autoridade Palestina. Representantes europeus dizem que o dinheiro vai ser suficiente para que o governo palestino cumpra seus compromissos pelos próximos dois meses. Na semana passada, o governo israelense havia anunciado a suspensão do repasse de US$ 50 milhões (cerca de R$ 110 milhões) mensais referentes a impostos que Israel arrecada em nome da Autoridade Palestina. A medida foi justificada por Israel como uma sanção à participação do Hamas no governo palestino. Dúvidas Apesar do anúncio da verba para a Autoridade Palestina, a União Européia ainda não deu indicações sobre se continuará a financiar a organização depois que o Hamas passar a fazer parte do governo. Os ministros do Exterior dos 25 países-membros da União Européia estão discutindo o assunto em Bruxelas, mas não devem anunciar nenhuma decisão antes da formação do gabinete liderado pelo Hamas. A União Européia classifica o grupo islâmico como uma "organização terrorista". D total liberado pelos europeus, 64 milhões de euros devem ser distribuídos por agências da Organização das Nações Unidas (ONU) nas regiões mais pobres dos Territórios Palestinos. Outros cerca de 20 milhões de euros vão pagar os salários dos funcionários da autoridade, e o restante deve servir para pagar as contas de energia dos territórios. Esta será a primeira contribuição da União Européia à Autoridade Palestina desde a vitória do Hamas, em 25 de janeiro. A Autoridade Palestina precisa pagar entre US$ 60 milhões e US$ 80 milhões dos salários de fevereiro dos funcionários públicos já na próxima semana. O déficit neste mês gira em torno dos US$ 100 milhões e, mesmo com o pacote de emergência da Europa, poderia ficar em cerca de US$ 70 milhões, de acordo com uma carta do enviado especial à região, James Wolfensohn, à qual a agência de notícias Reuters teria tido acesso. A União Européia é o principal financiador da Autoridade Palestina desde a sua formação, nos tratados de paz de Oslo de 1994. |
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