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Atualizado às: 26 de fevereiro, 2006 - 15h50 GMT (12h50 Brasília)
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Militares cercam cadeia após rebelião em Cabul
A prisão de Pul-e-Charkhi, em Cabul
Duas guardas foram tomadas como refém pelos prisioneiros
Centenas de soldados afegãos estão cercando neste domingo a principal prisão de segurança máxima na capital, Cabul, após detentos terem tomado uma ala do prédio numa rebelião.

Autoridades dizem que pelo menos seis prisioneiros já morreram e 36 ficaram feridos nos choques, iniciados no sábado.

A ala onde o motim começou abriga 1,3 mil prisioneiros. Há informações de que a revolta teria se espalhado para outra ala e que o número total de rebelados já seria de 2 mil.

Um correspondente da BBC disse ter ouvido tiros dentro da prisão Pul-e-Charki, que abriga detentos comuns e supostos militantes do Talebã e da Al Qaeda.

Os militares que cercam o presídio estariam aguardando ordens para invadir o local e sufocar a rebelião – que teria começado após uma tentativa de fuga.

Centenas de prisioneiros montaram barricadas dentro da ala feminina da prisão. Partes da ala foram incendiadas. Alguns prisioneiros tentaram escapar escalando os muros.

Reféns

Um alto funcionário disse à BBC que duas guardas femininas da prisão foram tomadas como reféns pelos prisioneiros e que membros da Al Qaeda e do Talebã estariam por trás da rebelião.

A polícia isolou a ala afetada e o Ministério do Interior enviou reforços para a segurança. Soldados da força de reação rápida do Exército afegão entraram na prisão e tentam colocar a situação sob controle, segundo o general Zaher Azimi.

A prisão de Pul-e-Charkhi é um complexo grande construído nos anos 1970 na periferia da capital.

No mês passado, sete supostos membros do Talebã escaparam da cadeia, com guardas da prisão acusados de auxiliar a fuga.

Correspondentes dizem que a grande e decadente prisão é notória no país pelo desaparecimento e tortura de milhares de afegãos durante a era comunista.

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