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Brasil está pronto para ajudar o Afeganistão, diz Amorim | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, disse que o governo brasileiro "está pronto a ampliar sua cooperação" ao Afeganistão. O chanceler participou, em Londres, de uma conferência de dois dias da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre o Afeganistão. Em discurso aos representantes de mais de 60 países, o ministro Amorim afirmou que o Brasil "está pronto a ampliar sua cooperação à medida que o Afeganistão retomar sua posição como um centro de comércio, cultura e civilização". "Estamos prontos a oferecer nossa cooperação ao Afeganistão, principalmente nas áreas de análise do comércio exterior, recenseamento populacional, pesquisa agrícola, desmonte de minas terrestres e assistência eleitoral", disse. "O Brasil vem implementando uma série de políticas e programas na área de direitos humanos, como a promoção da igualdade de gênero e raça e o combate à fome e à pobreza, cuja experiência estamos prontos a compartilhar." As relações diplomáticas entre o Brasil e o Afeganistão foram restabelecidas em 2004. Haiti O chanceler descreveu como um "documento histórico" o Pacto do Afeganistão, texto divulgado durante a conferência e que prevê um plano de cinco anos para a reconstrução do Afeganistão. "O Pacto do Afeganistão é um documento histórico, que poderá servir de referência para futuras iniciativas na área de construção da paz", afirmou. Mas o chanceler destacou que a cooperação da comunidade internacional "precisa levar em conta as circunstâncias locais e o ambiente regional". "As experiências no Haiti, no Timor Leste e em muitos países africanos mostram a importância de harmonizar-se a cooperação regional e a multilateral", disse. "De fato, nossas chances de sucesso só aumentarão se nossos esforços forem verdadeiramente multilaterais e bem integrados ao contexto regional." O chanceler, que desde a semana passada estava na Europa, onde participou, em Davos, do Fórum Econômico Mundial, retornou nesta terça-feira ao Brasil. |
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