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Líbano lembra um ano da morte de Rafik Hariri | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Centenas de milhares de pessoas saíram nesta terça-feira às ruas de Berute, no Líbano, para prestar homenagem ao ex-primeiro-ministro Rafik Hariri, na data que marca um ano de seu assassinato. A morte de Hariri aconteceu em uma explosão no dia 14 de fevereiro de 2005. A comunidade internacional atribuiu o atentado ao governo da Síria, que negou. Dois meses depois, tropas sírias deixaram o Líbano após 29 anos de ocupação. No entanto, mesmo após a retirada, as explosões pelas quais as tropas sírias eram culpadas continuaram no país. Os ataques tinham como alvo críticos libaneses do governo de Damasco, incluindo jornalistas e políticos. A Síria nega qualquer envolvimento nesses incidentes. União A multidão está se reunindo em uma praça no centro de Beirute - o mesmo local onde aconteceu um grande protesto contra a Síria em março de 2005. Cartazes foram pregados por toda a cidade em homenagem a Hariri, que é visto por muitos como o responsável pela recuperação da economia libanesa abalada por 15 anos de guerra civil. Escolas e instituições públicas e privadas devem permanecer fechadas. Membros do grupo militante libanês Hezbollah - visto como aliado da Síria - e simpatizantes do líder da oposição Michel Aoun não participarão dos atos. Os grupos afirmam que as homenagens a Hariri foram politizadas. Saad Hariri, filho do ex-premiê, pediu que "todos os libaneses adotem uma posição histórica de unidade". Ele voltou ao Líbano após ter passado seis meses longe do país por temer por sua segurança. Uma coalizão de partidos anti-Síria liderada por ele ganhou as eleições nacionais no país no ano passado. Um relatório preliminar de investigação da ONU acusa inteligência síria e militares do Líbano de envolvimento na morte de Hariri. |
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